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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Amar

Hei de amar
Hei de viver
Hei de chorar
Hei de sofrer

Hei de sentir
O teu coração a bater
Hei de engolir
O teu pavor de viver

Hei de ouvir
O teu chamar
Hei de sentir
O teu amar

Se dizes não
Eu digo sim
Dou-te a minha mão
E chamas logo por mim

Se me queres
Luta por mim
Se não me queres
Ficamos assim

Chegar ao fim
Não é solução
Se conseguires chegar a mim
Vais-me dar razão

O meu coração
Chama por ti
Vou pedir a tua mão
Para ficares aqui

Não ouço as tuas palavras
Mas sinto o teu coração
Parece um conto de fadas
Na minha imaginação

Quando me apetece dar um grito
Vais a correr até mim
Levas-me ao infinito
Até chegar ao fim

Quando estás por perto
O meu coração derrete
Sinto um grande aperto
E nada desaparece.


Autora: Joana Filipa Oliveira Simões    
7ºE   Nº11

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Os nossos escritores! | O Amor sem fim

O amor sem fim

Primeiro há
Um amor
Entre duas pessoas.
Neles vem uma criança,
E eles amam-na
Até aos seus
Últimos dias de vida.

O amor da mãe é
Tão Especial,
Que nunca tem fim,
E um dia
Ela parte,
Mesmo assim
O amor continua.

Mas um dia
Eu vou atrás
E continua,
O nosso amor
Sem fim.
Feliz dia da mãe

Belina Dias
6.ºD

terça-feira, 24 de junho de 2014

Os nossos escritores| | O meu sonho

O meu sonho


Se eu fosse uma borboleta                                            
Seria de cor violeta
E iria para a Holanda.

Eu sou uma menina muito pequenina
Linda e sonhadora
Queria ser voadora.

Seria borboleta
Borboleta das flores
Borboleta do vento
Borboleta das cores.

Será que meu sonho se vai realizar?
Nunca o saberemos até eu tentar.


Maria Eduarda – nº 14
Sofia Bordón – nº 20

Turma 6ºG

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Os nossos escritores! | Encontrei uma rosinha

Encontrei uma rosinha
No meio daquela floreira
Estava ela tão murchinha
Naquela linda clareira

Caiu-lhe uma pequena pétala
Porque já estava muito velha
Já nem parecia uma pérola
A pobre rosinha vermelha

Benvinda Ramiro 8ºD


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Os nossos escritores! | Porque é que eu existo??

Porque é que eu existo??

Quando me vou deitar
Ponho-me sempre a pensar
Porque é que eu existo??
Porque é que o mundo existe??

Eu sou assim
Uma pequena inocente
Com um sorriso enternecido
E com uma vida melancólica

Será que fui feita com o coração??
Não sei como saber disso
E nem sei qual é o meu destino final
Mas é melhor deixar calado o meu coração

Não compreendo a minha vida
Não consigo senti-la
Ou será que ela está perdida??
Não sei, não entendo…

 A minha alma já se cansa
Daquilo que a minha vida é
Daquilo que sinto e não sinto
O meu coração é um vidro partido

Será que fui feita com o coração??
Não sei como saber disso
E nem sei qual é o meu destino final
Mas é melhor deixar calado o meu coração…

Porque é que eu existo???


Benvinda Ramiro 8ºD

domingo, 11 de maio de 2014

Os nossos escritores | Inspired by Maria Clara Maia




The pumpkin is orange
The witch is black
She has wings
What is that?






Up there
Is the sky
And that
Is a girl fly










In the boots
There is a mouse
Where is it?
In the house.






Rui Monteiro, n.º 19, 7.º A
Ilustrações de Maria Clara Maia

Os nossos escritores | Always

ALWAYS

Always happy.
Always dreaming.
Always laughing.
Always thinking.

Always smiling.
Always trying.
Always helping.
Always dancing.
Always me!

Maria Carolina Galvão Duarte, n.º 11, 7.º A

Os nossos escritores | Never

NEVER

I have never felt sad
I have never lost any friends
I have never got mad
I have never felt lonely
Heat has never failed me
I have never lost the joy
I have never lost the affection
I have never found love
I have never given up the search
I have never forgotten the word
Never say never again
Only this time
I will never lose my sunshine.

Ricardo Montenegro Albuquerque, n.º 17, 7º A

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Os nossos Escritores! | Autorretrato

Autorretrato


O meu nome é Roxy, mas podia chamar-me Brumes, porque é também um bom nome para mim.
Tenho uns olhos que mudam de cor, entre o preto e o roxo, como as cores da noite, uns cabelos longos, lisos e pretos e, quando fico triste, choro lágrimas negras.
Se fosse um animal, seria um gato preto porque sou como um gato.
Se fosse uma coisa, seria um livro. Se fosse uma flor, seria uma violeta. Mas sou apenas uma bruxa vampira, chamada Roxy, que sonha com estrelas e luas.
Nasci num dia em que o céu estava muito escuro. Gosto de ouvir música gótica, de cheirar velas e de sentir o meu amuleto.
Quando era mais pequena, pensava que não era uma vampira. Contam-me que fazia bruxarias.
O que mais prefiro é pensar no que gosto, porque me faz feliz. Às vezes, fecho os olhos e peço como desejo que as pessoas parem de olhar para mim com estranheza.
O meu nome é Roxy, mas podem chamar-me Ixor.

Trabalho realizado por: Filipa Costa (nº9), Miguel Pereira (nº17), Pedro Garruço (nº18)      7ºE

Os nossos escritores! | Dá-me a tua mão

Dá-me a tua mão
E assim me deste
Assim bate o meu coração
E assim o meu coração leste

Julgava que era um sonho
Que nunca mais iria terminar
Não queria que tivesse fim
E que nada o iria derrubar

Dá-me a tua mão
Porque és a minha canção
Assim bate o meu coração
Tu e eu não temos fim não!



Benvinda Ramiro 8ºD

Os nossos escritores! | Os Incompreendidos

Os Incompreendidos

Tu sabes bem que eu não tenho história
Não sabia que eras como eu
Compreendermo-nos já é uma vitória
Coisa que comigo nunca aconteceu.


Eles vêem-me mal por fora
Não sabem como eu sou por dentro
Mas foi para lá que tu olhaste
Quando nos juntou o vento.



Maria Beatriz e Benvinda Ramiro 8ºD

Os nossos escritores! | O Monstro

O Monstro

É uma pessoa triste,
com pouca vontade de viver
mas eu sinto que nele existe,
uma vontade extrema de sofrer!!

Será que é ele?!
será que ele é?
será que é quem eu conheço,
ou será que conheço quem é?

Não sei, só sei que vive,
e ainda bem,
pois nele existe,
o talento que eu quero também!!

Será que sabem quem sou?
será que eu sei?
sou como a vida ,me tornou!!
e mais nada..!!
serei um monstro?!!
ou simplesmente alguém,
só e somente quem,
não gosta, mas adoro a vida!!

Será que ele sabe quem sou?
será que eu sei?
serei um pobre monstro?
ou serei apenas eu?

Quem sou eu afinal?
só e somente,
como os outros, um animal,
ignorante e desleal!

Só sofre quem sente dor,
só grita quem tem vontade,
a vontade é um louvor,
louvor à liberdade!!

Ao Mostrengo do mar devo um pedido!
pedido esse que não sei o que é!
eu grito, eu choro, eu peço,
para o mostro que me segue,
dizer quem é!!

Longe, perto e agora,
o tempo vai e não volta,
sozinha, triste e com dor,
só peço uma coisa,
coisa essa que não é coisa,
coisa essa, que coisa nenhuma é!
não sou um espírito,
nem um monstro,
apenas sou o que realmente ele quer!


Carolina Santos, 8.º D, 9

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Liberdade: o antes e o depois

Liberdade: o antes e o depois


25 de Abril,
Cravos mil.
Mas afinal o que foi
Esta revolução?
O que aconteceu, então?

Vou agora comparar
O que é, o que era.
Que acontecimento é esse
Que tanta comoção gera?

Era o seguinte
O que se passava:
Ninguém era livre
Toda a gente se calava.

O povo era oprimido,
Esmagado, explorado,
E crescia no seu íntimo
Um sentimento revoltado...

Mas o que podiam fazer?
Nem sequer se podia escrever...
A censura cortava, retalhava,
Escolhia o que se podia saber.

E assim viveram
Durante meio século.
Mas um dia, finalmente,
As coisas aconteceram!

Um grito se formou
Brotou, cresceu e ecoou
Por todo o país
A revolta aconteceu:
Com cravos no lugar de balas
Assim sucedeu.

Hoje em dia
Derrubada a ditadura
Nem todos percebem
Como a batalha foi dura.

Desprezam a liberdade
Rebaixam-na, até.
Pensam que os direitos que temos
Estiveram sempre de pé!

Antes não podíamos
Aprender, saber.
Agora, se não o fazemos,
É por não querer!

Que ingratos que somos!
Antes, rebeldes fomos.
Agora não nos interessamos.

Elevemos a nossa voz!
Vamos ser como os nossos avós
E louvar o valor sem idade

Que é a liberdade!

Filipa Costa_7ºE_nº9
Escola Alice Gouveia
24/4/14




quinta-feira, 24 de abril de 2014

Liberdade

Liberdade



Liberdade.
Que significa?
Parece ser maravilhoso.

Eu gostava de saber
Mas é preciso querer, para ter.

Há quem esteja preso.
Preso por amor?
Não se sabe…

Há quem diga que ser livre é bom:
Bom como um raio de sol quente
No meio do inverno frio.

Isso sim.
É liberdade!                                                                                 

Ivan Nilton
N.º9  8.ºC

                                                                                                                                                                      14/01/2014

O País cinzento


O País cinzento


Era uma vez
Um país cinzento.

Não havia cor, felicidade, amor
Tudo era igual
Tudo, tudo era cinzento.

Todas as pessoas
Eram como fios.
Iguais, frágeis, manipuláveis…

No país cinzento,
Todos eram infelizes
Mas ninguém se opunha.

Então apareceu
Alguém, alguém diferente.
Pois as suas roupas não eram cinzentas
E no rosto bailava um sorriso.

E ensinou aos outros
Como era a liberdade
E todos se revoltaram,
Todos bradaram
“Somos livres!”

E correram, saltaram, pularam
Nas ruas cravos vermelhos espalharam
E mandaram embora os opressores
Em todo o lado havia flores!
E todos ficaram felizes,
Pois eram, por fim,

Livres!

Filipa Costa,7ºE, nº9

Escola Alice Gouveia

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Os nossos Escritores! | Se eu fosse a água

Se eu fosse a água

Se eu fosse a água
Seria uma ilusão
Iria fazer sonhar

Se eu fosse a água
Seria dona de uma cascata
Seria dona do mar
Seria perfeita, iria brilhar

Se eu fosse a água
Iria viajar 
Conhecer os rios, lagos e o mar

Se eu fosse a água
Passava a vida a nadar, nadar!

Inês Martins, nº 9
Maria Santos, nº 13
Mariana Reis, nº 15

6ºG

sexta-feira, 28 de março de 2014

Os nossos escritores! | Se eu fosse…

Se eu fosse…


Se eu fosse um elemento da natureza
Seria a água
E iria partilhar um pouco de mim

Ser a água
É ser especial,
Ser diferente e não ser igual

A água
Tem o poder de viajar
Percorrer o mundo
Percorrer o mar

A água é o que não podemos esquecer
É o que nos dá vida e mantém a crescer
    
Isabel Cruz nº 11
Isabel Miranda nº12

6ºG

Os nossos escritores! | A coragem da Marta

A coragem da Marta

A menina Marta
Era muito corajosa
E sempre que fazia um texto
Fazia-o em prosa.

A coragem da Marta
Era salvar os animais
Para eles encontrarem
Os seus pais.

Quando
A Marta acordou
Viu um animal ferido
E com a sua coragem
Salvou-o do perigo.

Quando ia para a escola
Viu uma bola
Correu a apanhá-la
E meteu-a na sacola.

No dia dos anos
Teve dois presentes:
Uma escola
De brincar
E uma mola
Para colocar.

Ela brincava com a escola
E colocava
A mola.

Bárbara,nº3, 5ºD

quinta-feira, 20 de março de 2014

Os nossos escritores | Se eu fosse

Se eu fosse…

Se eu fosse um elemento da natureza
Seria a água
E iria partilhar um pouco de mim

Ser a água
É ser especial,
Ser diferente e não ser igual

A água
Tem o poder de viajar
Percorrer o mundo
Percorrer o mar

A água é o que não podemos esquecer
É o que nos dá vida e mantém a crescer
    
Isabel Cruz nº 11
Isabel Miranda nº12

6ºG

quarta-feira, 19 de março de 2014

Os nossos Escritores! | Encontros lusitanos

Encontros lusitanos


Os descobrimentos, uma quantidade épica de descobertas que marcaram o auge da riqueza e do poderio português "por mares nunca dantes navegados"  em viagens perigosas e demoradas. 
Em "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões (Canto V, est. 37-60) e na poesia "O Mostrengo" de Fernando Pessoa retratam -se encontros com titãs ou colossos que habitam o mar nunca antes explorado.
Uma análise cuidadosa claramente descreve a aparência feia e robusta do Adamastor que, embora tenha um corpo esculpido para a guerra, encontra-se numa maldição de pedra.
Quanto ao Mostrengo, podemos apenas calcular o seu grande tamanho e gesto aterrador através das reações do capitão, bem como pela descrição que dele é realizada com os vocábulos " imundo" e "grosso". 
O Adamastor cativa-nos pela partilha da sua história, o que nos permite sentir a mágoa sofrida e a esperança esmagada. Podemos simpatizar com um homem que tudo perdeu por amor e do amor nada ganhou. No caso do Mostrengo  pode observar-se apenas o desejo de proteger o seu lar, de se separar de tudo e de todos enquanto tenta reduzir a mágoa.
Para finalizar, é com grande orgulho que comparo o espírito indomável dos Portugueses, quer rei ou explorador, eles carregam a convicção, o desejo e coragem do povo luso enfrentar o desconhecido e alcançar os céus.

9.ºB, Márcio Camões