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sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Liberdade
Liberdade
Liberdade.
Que significa?
Parece ser maravilhoso.
Eu gostava de saber
Mas é preciso querer, para ter.
Há quem esteja preso.
Preso por amor?
Não se sabe…
Há quem diga que ser livre é bom:
Bom como um raio de sol quente
No meio do inverno frio.
Isso sim.
É liberdade!
Ivan Nilton
N.º9
8.ºC
14/01/2014
O País cinzento
O País cinzento
Era uma vez
Um país cinzento.
Não havia cor, felicidade, amor
Tudo era igual
Tudo, tudo era cinzento.
Todas as pessoas
Eram como fios.
Iguais, frágeis, manipuláveis…
No país cinzento,
Todos eram infelizes
Mas ninguém se opunha.
Então apareceu
Alguém, alguém diferente.
Pois as suas roupas não eram cinzentas
E no rosto bailava um sorriso.
E ensinou aos outros
Como era a liberdade
E todos se revoltaram,
Todos bradaram
“Somos livres!”
E correram, saltaram, pularam
Nas ruas cravos vermelhos espalharam
E mandaram embora os opressores
Em todo o lado havia flores!
E todos ficaram felizes,
Pois eram, por fim,
Livres!
Filipa
Costa,7ºE, nº9
Escola
Alice Gouveia
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Eu li! | India Desjardins
O Diário de Aurora – Extraterrestre… ou Quase, India Desjardins
Este livro é o diário de uma rapariga de 14 anos chamada Aurora. Conta-nos os seus problemas, as suas alegrias,… enfim o seu dia-a-dia. Ela sente-se diferente e até chega a pensar que é uma extraterrestre.
Sílvia Agreira nº22 8ºB
Este livro é o diário de uma rapariga de 14 anos chamada Aurora. Conta-nos os seus problemas, as suas alegrias,… enfim o seu dia-a-dia. Ela sente-se diferente e até chega a pensar que é uma extraterrestre.
Sílvia Agreira nº22 8ºB
Para espreitar o livro, clica aqui.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Eu li | John Steinbeck
A Pérola, John Steinbeck
"Romancista norte-americano, nasceu em 1902 em Salinas, no estado da Califórnia, filho de um político influente, tesoureiro público de origens germânicas, e de uma professora irlandesa. Tendo terminado os seus estudos secundários na sua terra natal, Steinbeck ingressou na Universidade de Stanford com o estatuto de aluno especial. Aí permaneceu entre 1920 e 1926, estudando Biologia Marinha, ciência que influenciaria grandemente a sua obra e a sua perceção do mundo, sem ter, no entanto, chegado a obter o diploma de curso.
É uma história baseada num conto mexicano, acerca de uma família pobre que tem um filho. Infelizmente, este é mordido por um escorpião e, como a família é muito pobre, não tem dinheiro para ir ao médico. O pai era pescador e ao encontrar uma pérola grande e valiosa no mar pensa logo que poderá ser a salvação do seu filho. No entanto, ninguém parece querer a pérola porque acham que é falsa. Entretanto surgem uns ladrões muito interessados nela…
Laura Lopes n.º15 8.ºB
Vamos conhecer John Steinbeck?
Vamos conhecer John Steinbeck?
"Romancista norte-americano, nasceu em 1902 em Salinas, no estado da Califórnia, filho de um político influente, tesoureiro público de origens germânicas, e de uma professora irlandesa. Tendo terminado os seus estudos secundários na sua terra natal, Steinbeck ingressou na Universidade de Stanford com o estatuto de aluno especial. Aí permaneceu entre 1920 e 1926, estudando Biologia Marinha, ciência que influenciaria grandemente a sua obra e a sua perceção do mundo, sem ter, no entanto, chegado a obter o diploma de curso.
Durante estes anos de vida académica, Steinbeck estreou-se como escritor, contribuindo com alguns dos seus contos e dos seus poemas em publicações universitárias. Prosseguiu para o periódico The American, de Nova Iorque, trabalhando primeiro como assalariado até chegar ao posto de repórter, acabando depois por regressar à Califórnia.
Empenhado no esforço da escrita, John Steinbeck optou, em busca de experiência, por levar uma vida de deambulação, sujeitando-se sem pejo aos trabalhos braçais e sazonais mais variados. Assim, para além de ter sido farmacêutico, foi também servente na construção civil, aprendiz de pintor, jornaleiro, caseiro e vigilante. Enquanto tomava conta de uma propriedade em High Sierra, isolada do mundo pela neve durante oito meses por ano, Steinbeck encontrou o tempo e a disposição para escrever o seu primeiro livro, Cup of Gold (1929) que, como os dois romances seguintes, The Pastures of Heaven (1932) e To a God Unknown (1933), passaria despercebido.
No início da década de 1930, Steinbeck havia travado conhecimento com o biólogo marinho Edward Ricketts e, desse encontro, nasceu não só uma grande amizade, como um novo horizonte para o escritor. Ricketts propagava a ideia de que todos os seres vivos agem em interdependência. Steinbeck tomaria então contacto com a obra do mitólogo Joseph Campell, que combinava este pensamento com conceitos do psicólogo Carl Jung e, utilizando os seus arquétipos, fez nascer To a God Unknown (1933). Na obra, de um paganismo ambíguo, o agricultor Joseph Wayne recebe uma benção de seu pai pioneiro, John Wayne, e decide fundar uma nova quinta num vale distante. Aí desenvolve as suas próprias crenças sobre a vida e a morte, sobretudo quando tem de lidar com uma terrível seca que se abate sobre as suas terras.
Em 1935 publicou a obra que lhe garantiria a atenção do público, Tortilla Flat, um cândido retrato das gentes de raiz mexicana nos Estados Unidos da América, e cuja alegoria à constituição da Távola Redonda do Rei Artur não chegaria a ser apercebida pela crítica. A popularidade do romance permitiu finalmente a John Steinbeck consagrar-se em exclusivo à atividade da escrita.
Seguiu-se-lhe In Dubious Battle (1936), em que Steinbeck recria a revolta de novecentos trabalhadores rurais migratórios. Liderado por Jim Nolan, o movimento é suprimido, e Jim encontra a morte. Uma das personagens, o observador imparcial Doc Burton, é grandemente inspirado no amigo de Steinbeck, Edward Ricketts, que viria também a servir de modelo em algumas das suas obras posteriores mais conhecidas.
Em 1937 seria a vez de Of Mice and Men, o primeiro grande sucesso do autor, e The Red Pony, adaptado para o cinema em 1949. Obteria o reconhecimento do público em 1939, ao ser galardoado com o Pulitzer e com o National Book Award pela obra The Grapes of Wrath. Fruto de uma viagem pelos acampamentos dos trabalhadores migratórios empreendida durante o ano de 1936, o romance foi atacado pelas autoridades de Oklahoma e descrito como "uma mentira, uma criação negra e infernal de uma mente distorcida e perversa". Aquando da atribuição do Prémio Nobel, em 1962, a Academia Real Sueca considerou a obra como sendo apenas uma crónica épica.
A popularidade da obra assumiu proporções tais que, especialmente após a estreia da versão cinematográfica, em 1940, John Steinbeck optou por se exilar no México, onde filmou o documentário da obra Forgotten Village (1941).
Durante a Segunda Guerra Mundial foi correspondente na Grã-Bretanha e Mediterrâneo para o New York Herald Tribune, e dedicou-se à propaganda, da qual The Moon is Down (1942) é um exemplo. Regressou em 1943 a Nova Iorque, casando, nesse mesmo ano, com a cantora Gwyndolyn Conger, de quem teve dois filhos, acabando contudo por se divorciar em 1949. Tendo publicado Cannery Row em 1945, The Wayward Bus e The Pearl em 1947, e A Russian Journal no ano seguinte, o autor encontrou no consumo excessivo de álcool um lenitivo para a frustração da separação e da vida na cidade, longe das montanhas de Monterrey e dos vales férteis da sua Salinas natal.
Em 1950 contraiu matrimónio com Elaine Scott e dois anos depois apareceria East of Eden, obra que reflete a sua visão da história da formação dos Estados Unidos. Durante grande parte do ano de 1959 Steinbeck refugiou-se numa propriedade rural inglesa estudando a Morte d'Arthur de Malory e, de regresso, publicou o seu último grande romance, The Winter of Our Discontent (1961) e decidiu empreender, com quase sessenta anos de idade, uma viagem de autocaravana ao longo do seu país, acompanhado do seu cão Charley. Publicou portanto, em 1962, Travels With Charley in Search of America. Veio a falecer em Nova Iorque a 20 de dezembro de 1968, vítima de um ataque cardíaco."
John Steinbeck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Os nossos Escritores! | Se eu fosse a água
Se eu fosse a água
Se eu fosse a água
Seria uma ilusão
Iria fazer sonhar
Se eu fosse a água
Seria dona de uma cascata
Seria dona do mar
Seria perfeita, iria brilhar
Se eu fosse a água
Iria viajar
Conhecer os rios, lagos e o mar
Se eu fosse a água
Passava a vida a nadar, nadar!
Inês Martins, nº 9
Maria Santos, nº 13
Mariana Reis, nº 15
6ºG
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Eu li! | O rapaz e o robô
Este conto foi escrito por Luísa Ducla Soares e chama-se
"O rapaz e o robô".
"O rapaz e o robô".
Este é um livro de aventuras que nos fala de um rapaz que arranjou um robô que o substituísse nas situações mais desagradáveis, nomeadamente nas provas de Matemática.
As personagens são: o rapaz, o robô, a mãe, o pai do rapaz, Dr. Inventino, o cão e a D. Leopoldina.
A personagem que mais me agradou foi o robô, porque era simpático, paciente, educado, tinha excelente notas, ajudava o pai do rapaz e obedecia a todas as ordens. Na mina opinião, penso que deveriam lê-lo, pois a história é muito interessante.
Alexandra Margarida Cardoso Marques
6.º D, 19
in https://www.facebook.com/pages/Lu%C3%ADsa-Ducla-Soares/167403031176?id=167403031176&sk=info
Ontem, a nossa escritora escreveu no seu Facebook acerca da importância da saudação que pode iluminar-nos um dia nublado e aquecer-nos o coração.
Vamos lê-la?
O Sol nasce, tantas vezes encoberto por nuvens
, e quem nos deseja um bom dia ? Uma boa tarde, uma boa noite ? Muitas vezes,
só o computador que está programado para a saudação: Wellcome. E eu fico-lhe
grata porque alguém que programou um robô sabia que uma palavra amiga vale
tanto como uma estrela e, em certos momentos, nos pode salvar. Bom dia,
computador, e obrigada ! Bom dia a todos os que abrirem este facebook e
aos que não o abrirem . Que este dia seja feliz para vocês e lembrem-se também
que, em casa, no emprego, num consultório, na rua há pessoas à espera do vosso
sorriso, do vosso BOM DIA.
Vamos conhecer Luísa Ducla Soares?
Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa, a 20 de julho de
1939. É uma escritora essencialmente dedicada à literatura infanto-juvenil, com
mais de 100 obras publicadas.
Nasceu em Lisboa a 20 de Julho
de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica. Iniciou a sua actividade profissional
como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido directora da
revista de divulgação cultural "Vida" (1971/72). Colaboradora de
diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas,
"Contrato", em 1970. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação
(1976/78). Trabalhou desde 1979 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua
actividade realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em
Portugal. Aí organizou numerosas exposições, tendo sido assessora desta instituição
e responsável pela Área de Informação Bibliográfica até Julho de 2009.
Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e jovens, publicou já 100 obras. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Tem escrito guiões televisivos e preparou diversos sites de Internet, nomeadamente os da Presidência da República durante o mandato de Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da Educação e Fundação Gulbenkian diversas publicações selectivas da literatura infantil nacional e internacional. Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Intitula-se 25 por ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da Revolução de 25 de Abril. Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.
Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e jovens, publicou já 100 obras. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Tem escrito guiões televisivos e preparou diversos sites de Internet, nomeadamente os da Presidência da República durante o mandato de Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da Educação e Fundação Gulbenkian diversas publicações selectivas da literatura infantil nacional e internacional. Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Intitula-se 25 por ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da Revolução de 25 de Abril. Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.
Recusou, por motivos
políticos, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho l que o SNI pretendeu
atribuir-lhe pelo livro " História da Papoila " em 1973. Recebeu o
Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-85 por " 6
Histórias de Encantar" e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste
Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Em 2004 foi seleccionada como
candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen.
in https://www.facebook.com/pages/Lu%C3%ADsa-Ducla-Soares/167403031176?id=167403031176&sk=info
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Eu li! | Lido e relido
Lido e relido
Lá em casa há muitos livros de todos os tipos: grossos, finos, com muitas ilustrações, com poucas ilustrações...
Lá em casa há muitos livros de todos os tipos: grossos, finos, com muitas ilustrações, com poucas ilustrações...
Costumo ler livros de manhã e à noite, antes de adormecer.
Comecei por ler livros sobre animais pelos três anos. Mais tarde, aos cinco ou seis anos, li o meu primeiro livro de terror chamado "Uma aventura peluda". Os livros de terror são os meus favoritos. às vezes, fico tão agarrado ao livro que o leio todo numa noite!
Também gosto daqueles livros em que se escolhe o que a personagem vai fazer. Por exemplo:
"Se achas que deves carregar no botão, passa para a página 91. Ou se achas que deves descer as escadas e ver o que está no baú, salta para a página 124", sabem?
Incontornáveis para crianças da minha idade são os livros da coleção "Uma Aventura".
"Terrorlândia #7: os meus amigos chama-me monstro" foi um livro com que me cruzei aos nove anos.
O livro que gostaria de ler a seguir chama-se "A verruga que devorou toda a gente".
Gabriel Trindade, 6.ºA
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Eu li! | Susanna Tamaro
Tobias e o Anjo, Susanna Tamaro
É uma história triste, que nos transporta para a vida real de uma criança que foi abandonada pelos pais. Tendo amigos (como o castanheiro-da-Índia) seguiu o conselho deles e foi à procura do destino.
É uma história triste, que nos transporta para a vida real de uma criança que foi abandonada pelos pais. Tendo amigos (como o castanheiro-da-Índia) seguiu o conselho deles e foi à procura do destino.
Sara Seabra n.º19 7.º B
domingo, 13 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Eu li! | Teolinda Gersão
A Mulher que Prendeu a Chuva, Teolinda Gersão
Em A Mulher que Prendeu a Chuva, encontramos uma série de contos que versam sobre o quotidiano, realidades bem próximas de todos nós. De destacar o papel da mulher na sociedade e a condição humana. Uma escrita cuja simplicidade nos faz parecer – mas, apenas parecer – que é muito fácil escrever histórias. Mas, sobretudo, uma simplicidade que permite que leitores menos competentes possam ler bons autores sem o receio de os não compreenderem.
Professora Ana Paula Campos
Teolinda
Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanística, Romanística e Anglística
nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi Leitora de Português na
Universidade Técnica de Berlim, assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e
depois de provas académicas professora catedrática da Universidade Nova de
Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995
passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.
Além da permanência de três anos na
Alemanha viveu dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde
decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras.
Autora sobretudo de romances, publicou até
agora duas novelas (Os Teclados e Os Anjos)
e duas colectâneas de contos (Histórias de Ver e Andar e A
Mulher que prendeu a Chuva).Três dos seus livros foram adaptados ao
teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia: Os Teclados por
Jorge Listopad no Centro Cultural da Belém, 2001; Os Anjos por
por João Brites e o grupo O Bando, 2003; A Casa da Cabeça de Cavalo ganhou
o Grande Prémio do Festival Internacional de Teatro de Bucareste, Roménia, em
2005, com encenação de Eusebiu Stefanescu. Encenada também na Alemanha por
Beatriz de Medeiros Silva e o grupo Os Quasilusos, em 2005.Foi
escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004.
In http://teolindagersao.com/segunda-feira, 7 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Diz-se... sobre a leitura | O Desafio da Leitura
![]() |
| Fonte |
"A leitura depara-se com uma série de obstáculos, é muito mais fácil sentarmo-nos no sofá a ver televisão do que a ler um jornal até. E a questão parece ser esta sociedade de facilitismo em que deixou de se perceber que as coisas que dão algum trabalho também são as que dão mais prazer, porque são conquistadas. A leitura dá algum trabalho e temos de conquistar um espaço para ela na nossa vida, temos de nos empenhar para absorvê-la completamente, para que faça sentido. Isso é que se perdeu um pouco de vista, mas penso que quem procura acabará por encontrar e tenho esperança de que as pessoas não deixem de procurar, não desistam, porque baixar os braços é ficar sempre no mesmo sítio. "
José Luís Peixoto, Diário de Notícias (2003)
segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Eu li! | ”Uma aventura perigosa”
“Uma Aventura Perigosa”
O
livro que li fala de cinco jovens que um dia conheceram um rapaz da família de
uns cientistas, chamado Crípton. Eles tornaram-se muito amigos e um dia ele
apresentou-lhes uma fábrica.
Nessa fábrica
começaram a desaparecer coisas e, como sempre, o grupo quis investigar. À
noite, quando só estava o Crípton e o Chico na fábrica, deram uma pancada ao
Chico e, quando ele acordou, já não estava lá o Crípton. Ele chamou o grupo e o
Hélio – o irmão do Crípton. Depois, descobriram uma pista que os levou à Serra
da Arrábida, onde a família do Crípton tinha uma casa.
Lá, viram Áragon –
outro irmão de Crípton.
Encontraram o Crípton e foi assim
que descobriram que Áragon queria fabricar um gás capaz de fazer desmaiar as
pessoas. Juntamente com os raptores, Áragon pediu desculpa ao grupo, assim
acabando a história em bem.
Gostei desta obra,
porque esta coleção tem muito “suspense”…o que faz dela uma aventura
emocionante com todas as surpresas e ações inesperadas que tem…
André Fontes 8ºA/C – n.º4
Os nossos escritores! | Se eu fosse…
Se
eu fosse…
Se eu fosse um elemento da natureza
Seria a água
E iria partilhar um pouco de mim
Ser a água
É ser especial,
Ser diferente e não ser igual
A água
Tem o poder de viajar
Percorrer o mundo
Percorrer o mar
A água é o que não podemos esquecer
É o que nos dá vida e mantém a crescer
Isabel Cruz nº 11
6ºG
Eu li! | Pedro Alecrim
Pedro é um rapaz simples que divide os dias entre três
coisas: a escola, a família e o campo. Tanto ele como o
seu melhor amigo Nicolau, questionam-se sobre o uso de algumas matérias como
por exemplo: Para que serve a matemática? Para que serve o Inglês? Etc…Mas a
morte do pai mudará toda a história.
Uma frase que eu acho interessante, que é a última do livro
é “ Mais tarde, sentámo-nos à varanda e eu aprendi a pôr as cordas no
cavaquinho.” Esta frase pode não parecer, mas tem, um significado muito forte. Este
livro tem uma mensagem só é preciso decifrá-la.
Eu aconselho a ler este livro e todos os outros desta coleção, porque vale a pena. É um livro muito
bom, sem dúvida.
Os nossos escritores! | A coragem da Marta
A coragem da Marta
A menina Marta
Era muito corajosa
E sempre que fazia um texto
Fazia-o em prosa.
A coragem da Marta
Era salvar os animais
Para eles encontrarem
Os seus pais.
Quando
A Marta acordou
Viu um animal ferido
E com a sua coragem
Salvou-o do perigo.
Quando ia para a escola
Viu uma bola
Correu a apanhá-la
E meteu-a na sacola.
No dia dos anos
Teve dois presentes:
Uma escola
De brincar
E uma mola
Para colocar.
Ela brincava com a escola
E colocava
A mola.
Bárbara,nº3, 5ºD
quarta-feira, 26 de março de 2014
Eu li! | Patrícia Melo
O Matador, Patrícia Melo
Professora Mariza Estêvão
Gostei muito deste livro escrito por uma jovem escritora brasileira. É muito original, escreve de uma maneira muito interessante e os assuntos são muito motivantes.
É a história de um jovem que é pago para ser assassino a soldo e que vai sofrer de uma imensa dor de dentes. E mais não posso dizer...
Eu li! | Luís Sepúlveda
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Luís Sepúlveda
Luís Sepúlveda, escritor chileno, conta neste livro a história de Zorbas, um gato que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, Zorbas fica em casa, sozinho, e quando estava a apanhar sol na varanda,caiu-lhe à frente uma gaivota moribunda. Esta tinha sido apanhada pela maré negra de um derrame petrolífero e tinha-se perdido do seu bando. O seu último destino é a varanda do Zorbas, mas antes de morrer põe um ovo e faz três pedidos ao gato: este não deverá comer o ovo, deverá tomar conta da gaivota, quando esta nascer, e deverá ensiná-la a voar. Zorbas concorda, sem se aperceber da grande responsabilidade que é educar uma pequena ave. E, assim, começa a sua grande aventura para cumprir a sua promessa.
sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Os nossos escritores | Se eu fosse
Se
eu fosse…
Se eu fosse um elemento da natureza
Seria a água
E iria partilhar um pouco de mim
Ser a água
É ser especial,
Ser diferente e não ser igual
A água
Tem o poder de viajar
Percorrer o mundo
Percorrer o mar
A água é o que não podemos esquecer
É o que nos dá vida e mantém a crescer
Isabel Cruz nº 11
Isabel Miranda nº12
6ºG
Eu li! | George Orwell e Bill Bryson
1984, de George Orwell
Li o 1984 porque houve um colega de escola que, na aula, falou do livro e eu soube logo que tinha que o ler. É um livro de ficção científica sobre a vida de um cidadão num estado totalitário, controlador e anulador da individualidade. Contém outras ideias que me fascinaram e fizeram refletir: a paranóia criada pelo “Big Brother”, que consegue ver e ouvir tudo, em todo o lado; a manipulação dos meios de comunicação, da memória histórica e da própria linguagem pelo estado; a oposição entre a liberdade individual e o conformismo com a maioria ou com o poder. É um livro que nos faz pensar e nos ajuda a perceber como funciona a nossa própria sociedade.
Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson
Bill Bryson é um escritor fascinante que consegue escrever de maneira interessante sobre qualquer assunto. Este livro é um mergulho na ciência, desde a origem do universo até aos nossos dias, em linguagem acessível e bem humorada. O autor leva-nos como companheiros na sua viagem de descoberta dos mais diversos campos, associando conhecimento a divertimento. Bill Bryson é também conhecido pelos seus livros de viagens. Numa altura em que viajar poderá ser demasiado dispendioso, poderão ser uma solução para viajar sem sair do lugar.
DL
quarta-feira, 19 de março de 2014
Os nossos Escritores! | Encontros lusitanos
Encontros lusitanos
Os descobrimentos, uma quantidade épica de descobertas que marcaram o auge da riqueza e do poderio português "por mares nunca dantes navegados" em viagens perigosas e demoradas.
Em "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões (Canto V, est. 37-60) e na poesia "O Mostrengo" de Fernando Pessoa retratam -se encontros com titãs ou colossos que habitam o mar nunca antes explorado.
Uma análise cuidadosa claramente descreve a aparência feia e robusta do Adamastor que, embora tenha um corpo esculpido para a guerra, encontra-se numa maldição de pedra.
Quanto ao Mostrengo, podemos apenas calcular o seu grande tamanho e gesto aterrador através das reações do capitão, bem como pela descrição que dele é realizada com os vocábulos " imundo" e "grosso".
O Adamastor cativa-nos pela partilha da sua história, o que nos permite sentir a mágoa sofrida e a esperança esmagada. Podemos simpatizar com um homem que tudo perdeu por amor e do amor nada ganhou. No caso do Mostrengo pode observar-se apenas o desejo de proteger o seu lar, de se separar de tudo e de todos enquanto tenta reduzir a mágoa.
Para finalizar, é com grande orgulho que comparo o espírito indomável dos Portugueses, quer rei ou explorador, eles carregam a convicção, o desejo e coragem do povo luso enfrentar o desconhecido e alcançar os céus.
9.ºB, Márcio Camões
terça-feira, 18 de março de 2014
Os nossos Escritores! | O Poder da Esperança
O
Poder da Esperança
Efetivamente, creio que este foi o dia mais
desagradável da minha vida. Eram sete horas da manhã, o sol quebrava barreiras
e brilhantemente refletia-se em redor da localidade onde me encontrava de
férias. Tudo estava alegre. A imensidão de calor ali concentrada, em conjunto
com a variedade de aves e árvores, colocavam a minha memória em rotação. Estava
tudo tão calmo...A serenidade que invadia aquela linda zona era completamente o
contraste daquilo que ocorria no meu interior. No exterior encontrava um dia
magnifico enquanto no meu interior a escuridão era bastante. Ao abandonar esta
localidade, pelo caminho predominava em mim o desespero e tudo isto iria piorar.
O ponteiro do relógio de pulso marcava oito horas e cinquenta minutos, tinha
mais dois minutos para admirar os rostos dos meus pais. O marasmo acentuou-se!
A hora de embarque chegou e com ela, o marasmo acentou-se.
Agora
observo a branquidão das nuvens e ao mesmo tempo a escuridão que gira em torno
da minha pessoa. Por mais que tente focar os meus olhos verdes na esperança de
que tudo isto apenas seja um pesadelo, a turbulência afirma o contrário,
obrigando-me a esticar os braços, com o intuito de salientar o quão
urgentemente eu tenho de me movimentar para aniquilar esta poeira flutuante que
dominou por completo a minha alma nestas oito horas de viagem. Porém,
atentamente, oiço a Portela a acolher-me partilhando uma das suas pistas de
aterragem. Saio do avião. Observo o azul cristalizado. Concluo que são apenas
oito horas que me separam daqueles seres maravilhosos. Resta
saber quantos serão os anos de tristeza por não podermos conviver, nem
partilhar um sorriso.
Edgar
Jesus
9.º
A
Os nossos Escritores | Se eu fosse...
Se
eu fosse...
Se
eu fosse o vento,
seria como um vagabundo
e iria viajar pelo mundo.
Se eu fosse o vento,
iria viajar, viajar
sem parar,
até me cansar!
Se eu fosse o vento,
viajaria no tempo,
no meu pensamento.
Agora, sendo o vento,
não paro um momento!
Ana Catarina Reis, nº 1
Ana Sofia Tavares, nº 2
6ºG
Os nossos escritores | O Trovão
O Trovão
Se eu fosse
um trovão
Seria veloz
e
Iria até
onde quisesse
Com a minha
força
Viajaria sem
parar
Por aqueles
caminhos
Que me
fizeram pensar
Serei bom?
Serei mau?
Terei um
dom?
Talvez sim
Mas vou
guardá-lo para Mim
Diogo
Machado 6ºG Nº7
Inês Ribeiro 6ºG Nº 8
segunda-feira, 17 de março de 2014
Os Nossos Escritores | A Gaivota
A
gaivota
Se
eu fosse uma gaivota,
seria
livre de viajar pelo mar,
e
iria voar até ao infinito do sol
sem
nada para me parar.
Planaria
sobre o rio,
veria
aves de rapina,
com
o seu grave piu.
Imaginar-me-ia
a falar como
gente
que na minha mente,
só
sabe desesperar.
Desesperos
a ir,
Desesperos
a vir…
Beatriz
Jerónimo, nº 3
Miguel
Pereira, nº 16
6ºG
terça-feira, 11 de março de 2014
Os nossos escritores! | A volta ao Mundo
A volta ao Mundo
Se eu fosse um fruto
Seria um morango
E iria dar a volta ao mundo
Quero ir à China
Ver o imperador
Mas tenho pavor!
Quero ir à China
Quero ir a África
Ver o menino
A brincar com a girafa
Quero ir à Alemanha
Comer lasanha!
Inês Barrote, nº 10
Beatriz Santos, nº4
6º G
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