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domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Os nossos escritores! | Porque é que eu existo??
Porque é que eu existo??
Quando me
vou deitar
Ponho-me
sempre a pensar
Porque é
que eu existo??
Porque é
que o mundo existe??
Eu sou
assim
Uma pequena
inocente
Com um
sorriso enternecido
E com uma
vida melancólica
Será que
fui feita com o coração??
Não sei
como saber disso
E nem sei
qual é o meu destino final
Mas é
melhor deixar calado o meu coração
Não
compreendo a minha vida
Não consigo
senti-la
Ou será que
ela está perdida??
Não sei,
não entendo…
A minha alma já se cansa
Daquilo que
a minha vida é
Daquilo que
sinto e não sinto
O meu
coração é um vidro partido
Será que
fui feita com o coração??
Não sei
como saber disso
E nem sei
qual é o meu destino final
Mas é
melhor deixar calado o meu coração…
Porque é
que eu existo???
Benvinda
Ramiro 8ºD
domingo, 11 de maio de 2014
Os nossos escritores | Inspired by Maria Clara Maia
The
pumpkin is orange
The
witch is black
She
has wings
What
is that?
Up
there
Is
the sky
And
that
Is
a girl fly
There
is a mouse
Where
is it?
In
the house.
Rui Monteiro, n.º 19, 7.º A
Ilustrações de Maria Clara Maia
Os nossos escritores | Always
ALWAYS
Always happy.
Always dreaming.
Always laughing.
Always thinking.
Always smiling.
Always trying.
Always helping.
Always dancing.
Always me!
Maria Carolina Galvão Duarte, n.º 11, 7.º A
Always happy.
Always dreaming.
Always laughing.
Always thinking.
Always smiling.
Always trying.
Always helping.
Always dancing.
Always me!
Maria Carolina Galvão Duarte, n.º 11, 7.º A
Os nossos escritores | Never
NEVER
I have never felt sad
I have never lost any friends
I have never got mad
I have never felt lonely
Heat has never failed me
I have never lost the joy
I have never lost the affection
I have never found love
I have never given up the search
I have never forgotten the word
Never say never again
Only this time
I will never lose my sunshine.
Ricardo Montenegro Albuquerque, n.º 17, 7º A
I have never felt sad
I have never lost any friends
I have never got mad
I have never felt lonely
Heat has never failed me
I have never lost the joy
I have never lost the affection
I have never found love
I have never given up the search
I have never forgotten the word
Never say never again
Only this time
I will never lose my sunshine.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Os nossos Escritores...graúdos! | Mãessagem
“Mãessagem”
És minha Mãe, Amiga e Companheira!
Peço-te um beijo e dás-me a Terra inteira!
Peço-te um quadro, uma canção, um verso
E dás-me o Sol, a Lua, o Universo!
Peço-te só a sombra do teu véu
E dás-me a luz do dia, o próprio Céu!
Peço-te que me aceites, simplesmente,
E dás-me o coração, um mar de gente!
Peço-te que desculpes erros meus
E dás-me o teu perdão… e dás-me Deus!
Paulo Ilharco
4/5/2014 | Dia da Mãe
domingo, 4 de maio de 2014
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, Luís Sepúlveda
Laura Angeja nº14 8ºB
Esta é a história de um rapaz, Max, e do seu gato, Mix. Estes dois sempre foram muito amigos. Max foi crescendo até se tornar adulto e comprar o seu apartamento. Vivia lá com o seu inseparável companheiro, Mix. Entrou para a faculdade e andava sempre muito ocupado. Um dia, tocaram à campainha e, como era hábito, Mix correu para a porta mas no caminho estava uma caixa com livros com a qual ele chocou. Os dois correram para a veterinário e os resultados indicaram o pior, Mix estava cego. Quando Max estava fora de casa, Mix ouviu um barulho, depressa percebeu que era um rato, apanhou-o e…
Laura Angeja nº14 8ºB
Vamos conhecer Luís Sepúlveda?
"Escritor chileno, Luis Sepúlveda nasceu a 4 de outubro de 1949, em Ovalle, uma pequena aldeia no Norte do país. (...) Luis Sepúlveda começou a escrever quando frequentava o Liceu de Santiago do Chile. (...) Ingressou nas fileiras da Juventude Comunista chilena em 1964, o que não o impediu de continuar a escrever, desta feita poesia e contos de natureza mais séria. Em 1969 publicou Crónicas de Pedro Nadie, compilação de contos que lhe valeu o Prémio Literário da Casa das Américas.
Em 1970 conseguiu um diploma em Encenação Teatral, atividade que começou a exercer, dedicando também parte do seu tempo à política, à direção de uma cooperativa agrícola e à locução de programas de rádio. (...)
Era ainda um estudante quando, nesse mesmo ano, o General Augusto Pinochet chegou ao poder. Aprisionado, foi julgado por um tribunal militar em fevereiro de 1975, e acusado de traição à pátria e conspiração subversiva, entre outros crimes.
Escapando à pena de morte, habitual em casos semelhantes, foi condenado a vinte e oito anos de cadeia. Encarcerado em Temulo, estabelecimento prisional político, conviveu com alguns dos mais de trezentos professores universitários que Pinochet tornou cativos. Em 1977, graças à persistência da Amnistia Internacional, viu a sua pena ser comutada para oito anos de exílio na Suécia.
Em 1989 publicou o seu primeiro romance, Un Viejo Que Leía Novelas De Amor (O Velho Que Lia Romances de Amor),que se revelou um sucesso imediato e internacional, tendo sido traduzido para cerca de trinta e cinco línguas. LuisSepúlveda dedicou a obra a um amigo assassinado pelo regime do ditador chileno.
Autorizado finalmente a regressar ao Chile ao fim de dezasseis anos de exílio, o autor continuou a escrever, publicando obras como Mundo Del Fin Del Mundo (1989, Mundo no Fim do Mundo), Patagonia Express (1995, Patagónia Express), Diario di un Killer Sentimentale (1996, Diário de um Killer Sentimental), Historia de una Gaviota y del Gato que le Enseñóa Volar (1996, História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar), Desencuentros (1997, Encontro de Amor num País em Guerra), Historias Marginales (2000, As Rosas de Atacama), Hot Line (2002), Moleskine: Apuntes e Reflexiones (2004, Uma História Suja) e Los Peores Cuentos de los Hermanos Grim (2005, Os Piores Contos dos Irmãos Grim),tendo este último sido escrito em parceria com Mario Delgado Aparaín. Nas obras que se seguiram O Poder dos Sonhos, em 2006, e Crónicas do Sul, em 2008, o escritor usa o seu país como tema da narrativa. Ainda em 2008 o autor regressa à ficção com A Lâmpada de Aladino,13 contos cujos temas vão desde a Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, até uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, o Santiago do Chile nos anos 60, a recôndita fronteira do Peru, a Colômbia e o Brasil."
Luis Sepúlveda. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-05-04].
Disponível na www:.
Disponível na www:
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Os nossos Escritores! | Autorretrato
Autorretrato
O meu nome é Roxy, mas podia chamar-me Brumes, porque é
também um bom nome para mim.
Tenho uns olhos que mudam de cor, entre o preto e o roxo,
como as cores da noite, uns cabelos longos, lisos e pretos e, quando fico
triste, choro lágrimas negras.
Se fosse um animal, seria um gato preto porque sou como um
gato.
Se fosse uma coisa, seria um livro. Se fosse uma flor, seria
uma violeta. Mas sou apenas uma bruxa vampira, chamada Roxy, que sonha com
estrelas e luas.
Nasci num dia em que o céu estava muito escuro. Gosto de
ouvir música gótica, de cheirar velas e de sentir o meu amuleto.
Quando era mais pequena, pensava que não era uma vampira. Contam-me
que fazia bruxarias.
O que mais prefiro é pensar no que gosto, porque me faz
feliz. Às vezes, fecho os olhos e peço como desejo que as pessoas parem de
olhar para mim com estranheza.
O meu nome é Roxy, mas podem chamar-me Ixor.
Trabalho realizado por: Filipa Costa (nº9), Miguel Pereira (nº17), Pedro Garruço (nº18) 7ºE
Trabalho realizado por: Filipa Costa (nº9), Miguel Pereira (nº17), Pedro Garruço (nº18) 7ºE
Os nossos escritores! | Dá-me a tua mão
Dá-me a tua mão
E assim me deste
Assim bate o meu coração
E assim o meu coração leste
Julgava que era um sonho
Que nunca mais iria terminar
Não queria que tivesse fim
E que nada o iria derrubar
Dá-me a tua mão
Porque és a minha canção
Assim bate o meu coração
Tu e eu não temos fim não!
Benvinda Ramiro
8ºD
Os nossos escritores! | Os Incompreendidos
Os
Incompreendidos
Tu sabes bem que eu não tenho história
Não sabia que eras como eu
Compreendermo-nos já é uma vitória
Coisa que comigo nunca aconteceu.
Eles vêem-me mal por fora
Não sabem como eu sou por dentro
Mas foi para lá que tu olhaste
Quando nos juntou o vento.
Maria Beatriz e
Benvinda Ramiro 8ºD
Os nossos escritores! | O Monstro
O Monstro
É uma pessoa triste,
com pouca vontade de viver
mas eu sinto que nele existe,
uma vontade extrema de sofrer!!
Será que é ele?!
será que ele é?
será que é quem eu conheço,
ou será que conheço quem é?
Não sei, só sei que vive,
e ainda bem,
pois nele existe,
o talento que eu quero também!!
Será que sabem quem sou?
será que eu sei?
sou como a vida ,me tornou!!
e mais nada..!!
serei um monstro?!!
ou simplesmente alguém,
só e somente quem,
não gosta, mas adoro a vida!!
com pouca vontade de viver
mas eu sinto que nele existe,
uma vontade extrema de sofrer!!
Será que é ele?!
será que ele é?
será que é quem eu conheço,
ou será que conheço quem é?
Não sei, só sei que vive,
e ainda bem,
pois nele existe,
o talento que eu quero também!!
Será que sabem quem sou?
será que eu sei?
sou como a vida ,me tornou!!
e mais nada..!!
serei um monstro?!!
ou simplesmente alguém,
só e somente quem,
não gosta, mas adoro a vida!!
Será que ele sabe quem sou?
será que eu sei?
serei um pobre monstro?
ou serei apenas eu?
será que eu sei?
serei um pobre monstro?
ou serei apenas eu?
Quem sou eu afinal?
só e somente,
como os outros, um animal,
ignorante e desleal!
só e somente,
como os outros, um animal,
ignorante e desleal!
Só sofre quem sente dor,
só grita quem tem vontade,
a vontade é um louvor,
louvor à liberdade!!
só grita quem tem vontade,
a vontade é um louvor,
louvor à liberdade!!
Ao Mostrengo do mar devo um pedido!
pedido esse que não sei o que é!
eu grito, eu choro, eu peço,
para o mostro que me segue,
dizer quem é!!
pedido esse que não sei o que é!
eu grito, eu choro, eu peço,
para o mostro que me segue,
dizer quem é!!
Longe, perto e agora,
o tempo vai e não volta,
sozinha, triste e com dor,
só peço uma coisa,
coisa essa que não é coisa,
coisa essa, que coisa nenhuma é!
não sou um espírito,
nem um monstro,
apenas sou o que realmente ele quer!
o tempo vai e não volta,
sozinha, triste e com dor,
só peço uma coisa,
coisa essa que não é coisa,
coisa essa, que coisa nenhuma é!
não sou um espírito,
nem um monstro,
apenas sou o que realmente ele quer!
Carolina Santos, 8.º D, 9
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Liberdade: o antes e o depois
Liberdade: o antes e o depois
25 de Abril,
Cravos mil.
Mas afinal o que foi
Esta revolução?
O que aconteceu, então?
Vou agora comparar
O que é, o que era.
Que acontecimento é esse
Que tanta comoção gera?
Era o seguinte
O que se passava:
Ninguém era livre
Toda a gente se calava.
O povo era oprimido,
Esmagado, explorado,
E crescia no seu íntimo
Um sentimento revoltado...
Mas o que podiam fazer?
Nem sequer se podia escrever...
A censura cortava, retalhava,
Escolhia o que se podia saber.
E assim viveram
Durante meio século.
Mas um dia, finalmente,
As coisas aconteceram!
Um grito se formou
Brotou, cresceu e ecoou
Por todo o país
A revolta aconteceu:
Com cravos no lugar de balas
Assim sucedeu.
Hoje em dia
Derrubada a ditadura
Nem todos percebem
Como a batalha foi dura.
Desprezam a liberdade
Rebaixam-na, até.
Pensam que os direitos que temos
Estiveram sempre de pé!
Antes não podíamos
Aprender, saber.
Agora, se não o fazemos,
É por não querer!
Que ingratos que somos!
Antes, rebeldes fomos.
Agora não nos interessamos.
Elevemos a nossa voz!
Vamos ser como os nossos avós
E louvar o valor sem idade
Que é a liberdade!
Filipa
Costa_7ºE_nº9
Escola
Alice Gouveia
24/4/14
sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Liberdade
Liberdade
Liberdade.
Que significa?
Parece ser maravilhoso.
Eu gostava de saber
Mas é preciso querer, para ter.
Há quem esteja preso.
Preso por amor?
Não se sabe…
Há quem diga que ser livre é bom:
Bom como um raio de sol quente
No meio do inverno frio.
Isso sim.
É liberdade!
Ivan Nilton
N.º9
8.ºC
14/01/2014
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