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quinta-feira, 3 de julho de 2014
1.ª Página | A Culpa é das Estrelas, John Green
A Culpa é das Estrelas, John Green

SINOPSE
"Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.
PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado."
in http://www.sitiodolivro.pt/
Disponível para requisição na nossa BE
Acabado de chegar | A Coisa Mais Terrível que Aconteceu a Barnaby Brocket, John Boyne
A Coisa Mais Terrível que Aconteceu a Barnaby Brocket, John Boyne
"Os Brocket são as pessoas mais normais do mundo. São respeitáveis, quase enfadonhos, e muito orgulhosos da sua normalidade. Na verdade, Alistair e Eleanor Brocket torcem o nariz a tudo o que seja invulgar, estranho ou diferente. No entanto, assim que o seu filho mais novo Barnaby vem ao mundo, torna-se claro que ele é tudo menos normal. Para grande vergonha dos pais, Barnaby parece desafiar as leis da gravidade… e flutua!
O pequeno Barnaby é uma criança solitária; afinal de contas, é difícil fazer amigos quando se passa a vida no ar. Desesperado por agradar aos pais, faz tudo o que pode para parar de flutuar, mas simplesmente não consegue.
Até que, num fatídico dia, a mãe de Barnaby decide que não aguenta mais. Afinal, ela só queria um filho normal - e não uma criança estranha, invulgar e flutuante! Isso dá mau nome à família... Por isso, Barnaby tem de partir.
Sentindo-se atraiçoado, assustado e sozinho, Barnaby flutua sem rumo, até que se depara com um balão muito especial. Assim, começa uma viagem mágica à volta do mundo; da América do Sul a Nova Iorque, do Canadá à Irlanda, e até no espaço sideral, Barnaby faz uma série de novos e incríveis amigos, e descobre que nada nos faz tão felizes como sermos quem realmente somos."
O autor
John Boyne nasceu em Dublin, em 1971, onde reside.
Estudou Literatura Inglesa no Trinity College, em Dublin, e Escrita Criativa na Universidade de East Anglia, em Norwich. Foi escritor-residente da Universidade de East Anglia. Trabalhou durante vários anos como livreiro.
É autor de vários romances e livros infantojuvenis, incluindo o bestseller internacional O Rapaz do Pijama às Riscas, um dos mais vendidos e adaptado para o cinema. A sua obra encontra-se publicada em mais de 40 países e conta mais de cinco milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Excerto
Excerto
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Diz-se... sobre a leitura | David Fonseca
"Melhor que um livro, só MUITOS livros.
E não há inovação digital que me faça mudar de ideias, para quê mexer num objecto que já é perfeito?"
David Fonseca
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Os nossos escritores! | Poema para Elisabete Jacinto
Poema
para Elisabete Jacinto
Sempre
sem desistir,
Avançando,
avançando
Escutando
o coração
Vencendo
o cansaço,
A
fome, a sede
Os
problemas mecânicos
Desafios
titânicos!
Sempre
sem desistir
Mas
quando o futuro é incerto,
É bom
ter amigos por perto
Eles
ajudam-te a sorrir!
E com
coragem,
Determinação,
Avançando,
avançando,
De
mota e camião
Avançando,
avançando
Completando
corridas
Mesmo
quando lhe diziam:
“É
impossível que consigas!
Não é
sítio para raparigas!”
Não
consegues, não consegues,
É
muito difícil para ti
Mas
sem os escutar,
Venceu
o rali,
Que a
palavras ocas
Orelhas
moucas!
Cruzou
a meta
Deixou
todos de boca aberta
Os
que antes desdenhavam,
Assombrados,
felicitavam
Elisabete
Jacinto!
E
olhem que não minto
Quando
digo
Que
ela apareceu
E
tudo venceu!
De
mota, camião
Com
coragem e determinação!
Venceu
o rali,
Filipa
Costa, 7.º E
EB
2,3 Dr.ª Maria Alice Gouveia
Agrupamento
de Escolas Coimbra Sul
20 de
fevereiro 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Os nossos escritores| | O meu sonho
O meu sonho
Se eu fosse uma borboleta
Seria de cor violeta
E iria para a Holanda.
Linda e sonhadora
Queria ser voadora.
Seria borboleta
Borboleta das flores
Borboleta do vento
Borboleta das cores.
Será que meu sonho se vai realizar?
Nunca o saberemos até eu tentar.
Maria Eduarda – nº 14
Sofia Bordón – nº 20
Turma 6ºG
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Os nossos escritores! | Encontrei uma rosinha
Encontrei uma rosinha
No meio daquela floreira
Estava ela tão murchinha
Naquela linda clareira
Caiu-lhe uma pequena pétala
Porque já estava muito velha
Já nem parecia uma pérola
A pobre rosinha vermelha
Benvinda Ramiro
8ºD
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Eu li! | Pedro Alecrim de António Mota
"Pedro Alecrim" é um livro da autoria de António Mota, um escritor conhecido em Portugal.
Pedro é um rapaz simples que divide o dia entre três atividades: a escola, a família e o campo. Tanto ele quanto o seu melhor amigo Nicolau se questionam sobre a utilidade de algumas matérias estudadas na escola como por exemplo: para que serve a matemática? Para que serve o Portufguês? Para que serve o Inglês?...
Mas a morte do paio mudará toda a história.
Uma frase que eu acho interessante e que é última do conto é." Mais tarde, sentámo-nos à varanda e eu aprendi a por as cordas no cavaquinho." Esta frase pode não parecer, mas tem um significado muito forte. Este livro tem uma mensagem, só é preciso decifrá-la!... Eu aconselho a ler este livros e todos da coleção, porque vale a pena. É sem dúvida uma história muito interessante.
Gonçalo Mendes Ferraz | 6.º D, n.º 7
Queres conhecer este escritor que dedica a sua vida à escrita? Então clica na sua imagem!
quarta-feira, 18 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Eu Li! | Afonso e o livro
Afonso e o livro é um livro que fala de um menino que desde pequeno sabia que gostava muito muito de um livro que nunca chegara a encontrar… Por isso, decidiu criá-lo, depois de passar uma pequena “jornada”; quando finalmente tem possibilidade de lê-lo percebe que o seu maravilhoso livro não era o que ele estava à espera e então decide que, para encontrar o seu querido livro, teria de ler todos os livros de todas as bibliotecas do mundo.
Este pequeno livro mostra uma pequena moral e mostra nos os processos que são precisos percorrer para fazer um livro.
O que me atraiu nele foram as ilustrações de Amélie Bouvier. O autor é Luís Filipe Cristóvão, espero que gostem do livro tanto como eu gostei!
Eduardo
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com as artes nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Esta é a história do Afonso, que gostava muito muito de um livro, embora esse livro ainda não existisse. Então, ele vai encontrar um autor, uma ilustradora, um paginador, um digitalizador, um revisor, uma gráfica, para que o seu livro passe a existir.
Quando finalmente o Afonso vê o seu livro preferido numa livraria, descobre que era um leitor. Um grande leitor, como depois se verá!
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com as artes nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Esta é a história do Afonso, que gostava muito muito de um livro, embora esse livro ainda não existisse. Então, ele vai encontrar um autor, uma ilustradora, um paginador, um digitalizador, um revisor, uma gráfica, para que o seu livro passe a existir.
Quando finalmente o Afonso vê o seu livro preferido numa livraria, descobre que era um leitor. Um grande leitor, como depois se verá!
domingo, 1 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Os nossos escritores! | Porque é que eu existo??
Porque é que eu existo??
Quando me
vou deitar
Ponho-me
sempre a pensar
Porque é
que eu existo??
Porque é
que o mundo existe??
Eu sou
assim
Uma pequena
inocente
Com um
sorriso enternecido
E com uma
vida melancólica
Será que
fui feita com o coração??
Não sei
como saber disso
E nem sei
qual é o meu destino final
Mas é
melhor deixar calado o meu coração
Não
compreendo a minha vida
Não consigo
senti-la
Ou será que
ela está perdida??
Não sei,
não entendo…
A minha alma já se cansa
Daquilo que
a minha vida é
Daquilo que
sinto e não sinto
O meu
coração é um vidro partido
Será que
fui feita com o coração??
Não sei
como saber disso
E nem sei
qual é o meu destino final
Mas é
melhor deixar calado o meu coração…
Porque é
que eu existo???
Benvinda
Ramiro 8ºD
domingo, 11 de maio de 2014
Os nossos escritores | Inspired by Maria Clara Maia
The
pumpkin is orange
The
witch is black
She
has wings
What
is that?
Up
there
Is
the sky
And
that
Is
a girl fly
There
is a mouse
Where
is it?
In
the house.
Rui Monteiro, n.º 19, 7.º A
Ilustrações de Maria Clara Maia
Os nossos escritores | Always
ALWAYS
Always happy.
Always dreaming.
Always laughing.
Always thinking.
Always smiling.
Always trying.
Always helping.
Always dancing.
Always me!
Maria Carolina Galvão Duarte, n.º 11, 7.º A
Always happy.
Always dreaming.
Always laughing.
Always thinking.
Always smiling.
Always trying.
Always helping.
Always dancing.
Always me!
Maria Carolina Galvão Duarte, n.º 11, 7.º A
Os nossos escritores | Never
NEVER
I have never felt sad
I have never lost any friends
I have never got mad
I have never felt lonely
Heat has never failed me
I have never lost the joy
I have never lost the affection
I have never found love
I have never given up the search
I have never forgotten the word
Never say never again
Only this time
I will never lose my sunshine.
Ricardo Montenegro Albuquerque, n.º 17, 7º A
I have never felt sad
I have never lost any friends
I have never got mad
I have never felt lonely
Heat has never failed me
I have never lost the joy
I have never lost the affection
I have never found love
I have never given up the search
I have never forgotten the word
Never say never again
Only this time
I will never lose my sunshine.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Os nossos Escritores...graúdos! | Mãessagem
“Mãessagem”
És minha Mãe, Amiga e Companheira!
Peço-te um beijo e dás-me a Terra inteira!
Peço-te um quadro, uma canção, um verso
E dás-me o Sol, a Lua, o Universo!
Peço-te só a sombra do teu véu
E dás-me a luz do dia, o próprio Céu!
Peço-te que me aceites, simplesmente,
E dás-me o coração, um mar de gente!
Peço-te que desculpes erros meus
E dás-me o teu perdão… e dás-me Deus!
Paulo Ilharco
4/5/2014 | Dia da Mãe
domingo, 4 de maio de 2014
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, Luís Sepúlveda
Laura Angeja nº14 8ºB
Esta é a história de um rapaz, Max, e do seu gato, Mix. Estes dois sempre foram muito amigos. Max foi crescendo até se tornar adulto e comprar o seu apartamento. Vivia lá com o seu inseparável companheiro, Mix. Entrou para a faculdade e andava sempre muito ocupado. Um dia, tocaram à campainha e, como era hábito, Mix correu para a porta mas no caminho estava uma caixa com livros com a qual ele chocou. Os dois correram para a veterinário e os resultados indicaram o pior, Mix estava cego. Quando Max estava fora de casa, Mix ouviu um barulho, depressa percebeu que era um rato, apanhou-o e…
Laura Angeja nº14 8ºB
Vamos conhecer Luís Sepúlveda?
"Escritor chileno, Luis Sepúlveda nasceu a 4 de outubro de 1949, em Ovalle, uma pequena aldeia no Norte do país. (...) Luis Sepúlveda começou a escrever quando frequentava o Liceu de Santiago do Chile. (...) Ingressou nas fileiras da Juventude Comunista chilena em 1964, o que não o impediu de continuar a escrever, desta feita poesia e contos de natureza mais séria. Em 1969 publicou Crónicas de Pedro Nadie, compilação de contos que lhe valeu o Prémio Literário da Casa das Américas.
Em 1970 conseguiu um diploma em Encenação Teatral, atividade que começou a exercer, dedicando também parte do seu tempo à política, à direção de uma cooperativa agrícola e à locução de programas de rádio. (...)
Era ainda um estudante quando, nesse mesmo ano, o General Augusto Pinochet chegou ao poder. Aprisionado, foi julgado por um tribunal militar em fevereiro de 1975, e acusado de traição à pátria e conspiração subversiva, entre outros crimes.
Escapando à pena de morte, habitual em casos semelhantes, foi condenado a vinte e oito anos de cadeia. Encarcerado em Temulo, estabelecimento prisional político, conviveu com alguns dos mais de trezentos professores universitários que Pinochet tornou cativos. Em 1977, graças à persistência da Amnistia Internacional, viu a sua pena ser comutada para oito anos de exílio na Suécia.
Em 1989 publicou o seu primeiro romance, Un Viejo Que Leía Novelas De Amor (O Velho Que Lia Romances de Amor),que se revelou um sucesso imediato e internacional, tendo sido traduzido para cerca de trinta e cinco línguas. LuisSepúlveda dedicou a obra a um amigo assassinado pelo regime do ditador chileno.
Autorizado finalmente a regressar ao Chile ao fim de dezasseis anos de exílio, o autor continuou a escrever, publicando obras como Mundo Del Fin Del Mundo (1989, Mundo no Fim do Mundo), Patagonia Express (1995, Patagónia Express), Diario di un Killer Sentimentale (1996, Diário de um Killer Sentimental), Historia de una Gaviota y del Gato que le Enseñóa Volar (1996, História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar), Desencuentros (1997, Encontro de Amor num País em Guerra), Historias Marginales (2000, As Rosas de Atacama), Hot Line (2002), Moleskine: Apuntes e Reflexiones (2004, Uma História Suja) e Los Peores Cuentos de los Hermanos Grim (2005, Os Piores Contos dos Irmãos Grim),tendo este último sido escrito em parceria com Mario Delgado Aparaín. Nas obras que se seguiram O Poder dos Sonhos, em 2006, e Crónicas do Sul, em 2008, o escritor usa o seu país como tema da narrativa. Ainda em 2008 o autor regressa à ficção com A Lâmpada de Aladino,13 contos cujos temas vão desde a Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, até uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, o Santiago do Chile nos anos 60, a recôndita fronteira do Peru, a Colômbia e o Brasil."
Luis Sepúlveda. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-05-04].
Disponível na www:.
Disponível na www:
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Os nossos Escritores! | Autorretrato
Autorretrato
O meu nome é Roxy, mas podia chamar-me Brumes, porque é
também um bom nome para mim.
Tenho uns olhos que mudam de cor, entre o preto e o roxo,
como as cores da noite, uns cabelos longos, lisos e pretos e, quando fico
triste, choro lágrimas negras.
Se fosse um animal, seria um gato preto porque sou como um
gato.
Se fosse uma coisa, seria um livro. Se fosse uma flor, seria
uma violeta. Mas sou apenas uma bruxa vampira, chamada Roxy, que sonha com
estrelas e luas.
Nasci num dia em que o céu estava muito escuro. Gosto de
ouvir música gótica, de cheirar velas e de sentir o meu amuleto.
Quando era mais pequena, pensava que não era uma vampira. Contam-me
que fazia bruxarias.
O que mais prefiro é pensar no que gosto, porque me faz
feliz. Às vezes, fecho os olhos e peço como desejo que as pessoas parem de
olhar para mim com estranheza.
O meu nome é Roxy, mas podem chamar-me Ixor.
Trabalho realizado por: Filipa Costa (nº9), Miguel Pereira (nº17), Pedro Garruço (nº18) 7ºE
Trabalho realizado por: Filipa Costa (nº9), Miguel Pereira (nº17), Pedro Garruço (nº18) 7ºE
Os nossos escritores! | Dá-me a tua mão
Dá-me a tua mão
E assim me deste
Assim bate o meu coração
E assim o meu coração leste
Julgava que era um sonho
Que nunca mais iria terminar
Não queria que tivesse fim
E que nada o iria derrubar
Dá-me a tua mão
Porque és a minha canção
Assim bate o meu coração
Tu e eu não temos fim não!
Benvinda Ramiro
8ºD
Os nossos escritores! | Os Incompreendidos
Os
Incompreendidos
Tu sabes bem que eu não tenho história
Não sabia que eras como eu
Compreendermo-nos já é uma vitória
Coisa que comigo nunca aconteceu.
Eles vêem-me mal por fora
Não sabem como eu sou por dentro
Mas foi para lá que tu olhaste
Quando nos juntou o vento.
Maria Beatriz e
Benvinda Ramiro 8ºD
Os nossos escritores! | O Monstro
O Monstro
É uma pessoa triste,
com pouca vontade de viver
mas eu sinto que nele existe,
uma vontade extrema de sofrer!!
Será que é ele?!
será que ele é?
será que é quem eu conheço,
ou será que conheço quem é?
Não sei, só sei que vive,
e ainda bem,
pois nele existe,
o talento que eu quero também!!
Será que sabem quem sou?
será que eu sei?
sou como a vida ,me tornou!!
e mais nada..!!
serei um monstro?!!
ou simplesmente alguém,
só e somente quem,
não gosta, mas adoro a vida!!
com pouca vontade de viver
mas eu sinto que nele existe,
uma vontade extrema de sofrer!!
Será que é ele?!
será que ele é?
será que é quem eu conheço,
ou será que conheço quem é?
Não sei, só sei que vive,
e ainda bem,
pois nele existe,
o talento que eu quero também!!
Será que sabem quem sou?
será que eu sei?
sou como a vida ,me tornou!!
e mais nada..!!
serei um monstro?!!
ou simplesmente alguém,
só e somente quem,
não gosta, mas adoro a vida!!
Será que ele sabe quem sou?
será que eu sei?
serei um pobre monstro?
ou serei apenas eu?
será que eu sei?
serei um pobre monstro?
ou serei apenas eu?
Quem sou eu afinal?
só e somente,
como os outros, um animal,
ignorante e desleal!
só e somente,
como os outros, um animal,
ignorante e desleal!
Só sofre quem sente dor,
só grita quem tem vontade,
a vontade é um louvor,
louvor à liberdade!!
só grita quem tem vontade,
a vontade é um louvor,
louvor à liberdade!!
Ao Mostrengo do mar devo um pedido!
pedido esse que não sei o que é!
eu grito, eu choro, eu peço,
para o mostro que me segue,
dizer quem é!!
pedido esse que não sei o que é!
eu grito, eu choro, eu peço,
para o mostro que me segue,
dizer quem é!!
Longe, perto e agora,
o tempo vai e não volta,
sozinha, triste e com dor,
só peço uma coisa,
coisa essa que não é coisa,
coisa essa, que coisa nenhuma é!
não sou um espírito,
nem um monstro,
apenas sou o que realmente ele quer!
o tempo vai e não volta,
sozinha, triste e com dor,
só peço uma coisa,
coisa essa que não é coisa,
coisa essa, que coisa nenhuma é!
não sou um espírito,
nem um monstro,
apenas sou o que realmente ele quer!
Carolina Santos, 8.º D, 9
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Liberdade: o antes e o depois
Liberdade: o antes e o depois
25 de Abril,
Cravos mil.
Mas afinal o que foi
Esta revolução?
O que aconteceu, então?
Vou agora comparar
O que é, o que era.
Que acontecimento é esse
Que tanta comoção gera?
Era o seguinte
O que se passava:
Ninguém era livre
Toda a gente se calava.
O povo era oprimido,
Esmagado, explorado,
E crescia no seu íntimo
Um sentimento revoltado...
Mas o que podiam fazer?
Nem sequer se podia escrever...
A censura cortava, retalhava,
Escolhia o que se podia saber.
E assim viveram
Durante meio século.
Mas um dia, finalmente,
As coisas aconteceram!
Um grito se formou
Brotou, cresceu e ecoou
Por todo o país
A revolta aconteceu:
Com cravos no lugar de balas
Assim sucedeu.
Hoje em dia
Derrubada a ditadura
Nem todos percebem
Como a batalha foi dura.
Desprezam a liberdade
Rebaixam-na, até.
Pensam que os direitos que temos
Estiveram sempre de pé!
Antes não podíamos
Aprender, saber.
Agora, se não o fazemos,
É por não querer!
Que ingratos que somos!
Antes, rebeldes fomos.
Agora não nos interessamos.
Elevemos a nossa voz!
Vamos ser como os nossos avós
E louvar o valor sem idade
Que é a liberdade!
Filipa
Costa_7ºE_nº9
Escola
Alice Gouveia
24/4/14
sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Liberdade
Liberdade
Liberdade.
Que significa?
Parece ser maravilhoso.
Eu gostava de saber
Mas é preciso querer, para ter.
Há quem esteja preso.
Preso por amor?
Não se sabe…
Há quem diga que ser livre é bom:
Bom como um raio de sol quente
No meio do inverno frio.
Isso sim.
É liberdade!
Ivan Nilton
N.º9
8.ºC
14/01/2014
O País cinzento
O País cinzento
Era uma vez
Um país cinzento.
Não havia cor, felicidade, amor
Tudo era igual
Tudo, tudo era cinzento.
Todas as pessoas
Eram como fios.
Iguais, frágeis, manipuláveis…
No país cinzento,
Todos eram infelizes
Mas ninguém se opunha.
Então apareceu
Alguém, alguém diferente.
Pois as suas roupas não eram cinzentas
E no rosto bailava um sorriso.
E ensinou aos outros
Como era a liberdade
E todos se revoltaram,
Todos bradaram
“Somos livres!”
E correram, saltaram, pularam
Nas ruas cravos vermelhos espalharam
E mandaram embora os opressores
Em todo o lado havia flores!
E todos ficaram felizes,
Pois eram, por fim,
Livres!
Filipa
Costa,7ºE, nº9
Escola
Alice Gouveia
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Eu li! | India Desjardins
O Diário de Aurora – Extraterrestre… ou Quase, India Desjardins
Este livro é o diário de uma rapariga de 14 anos chamada Aurora. Conta-nos os seus problemas, as suas alegrias,… enfim o seu dia-a-dia. Ela sente-se diferente e até chega a pensar que é uma extraterrestre.
Sílvia Agreira nº22 8ºB
Este livro é o diário de uma rapariga de 14 anos chamada Aurora. Conta-nos os seus problemas, as suas alegrias,… enfim o seu dia-a-dia. Ela sente-se diferente e até chega a pensar que é uma extraterrestre.
Sílvia Agreira nº22 8ºB
Para espreitar o livro, clica aqui.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Eu li | John Steinbeck
A Pérola, John Steinbeck
"Romancista norte-americano, nasceu em 1902 em Salinas, no estado da Califórnia, filho de um político influente, tesoureiro público de origens germânicas, e de uma professora irlandesa. Tendo terminado os seus estudos secundários na sua terra natal, Steinbeck ingressou na Universidade de Stanford com o estatuto de aluno especial. Aí permaneceu entre 1920 e 1926, estudando Biologia Marinha, ciência que influenciaria grandemente a sua obra e a sua perceção do mundo, sem ter, no entanto, chegado a obter o diploma de curso.
É uma história baseada num conto mexicano, acerca de uma família pobre que tem um filho. Infelizmente, este é mordido por um escorpião e, como a família é muito pobre, não tem dinheiro para ir ao médico. O pai era pescador e ao encontrar uma pérola grande e valiosa no mar pensa logo que poderá ser a salvação do seu filho. No entanto, ninguém parece querer a pérola porque acham que é falsa. Entretanto surgem uns ladrões muito interessados nela…
Laura Lopes n.º15 8.ºB
Vamos conhecer John Steinbeck?
Vamos conhecer John Steinbeck?
"Romancista norte-americano, nasceu em 1902 em Salinas, no estado da Califórnia, filho de um político influente, tesoureiro público de origens germânicas, e de uma professora irlandesa. Tendo terminado os seus estudos secundários na sua terra natal, Steinbeck ingressou na Universidade de Stanford com o estatuto de aluno especial. Aí permaneceu entre 1920 e 1926, estudando Biologia Marinha, ciência que influenciaria grandemente a sua obra e a sua perceção do mundo, sem ter, no entanto, chegado a obter o diploma de curso.
Durante estes anos de vida académica, Steinbeck estreou-se como escritor, contribuindo com alguns dos seus contos e dos seus poemas em publicações universitárias. Prosseguiu para o periódico The American, de Nova Iorque, trabalhando primeiro como assalariado até chegar ao posto de repórter, acabando depois por regressar à Califórnia.
Empenhado no esforço da escrita, John Steinbeck optou, em busca de experiência, por levar uma vida de deambulação, sujeitando-se sem pejo aos trabalhos braçais e sazonais mais variados. Assim, para além de ter sido farmacêutico, foi também servente na construção civil, aprendiz de pintor, jornaleiro, caseiro e vigilante. Enquanto tomava conta de uma propriedade em High Sierra, isolada do mundo pela neve durante oito meses por ano, Steinbeck encontrou o tempo e a disposição para escrever o seu primeiro livro, Cup of Gold (1929) que, como os dois romances seguintes, The Pastures of Heaven (1932) e To a God Unknown (1933), passaria despercebido.
No início da década de 1930, Steinbeck havia travado conhecimento com o biólogo marinho Edward Ricketts e, desse encontro, nasceu não só uma grande amizade, como um novo horizonte para o escritor. Ricketts propagava a ideia de que todos os seres vivos agem em interdependência. Steinbeck tomaria então contacto com a obra do mitólogo Joseph Campell, que combinava este pensamento com conceitos do psicólogo Carl Jung e, utilizando os seus arquétipos, fez nascer To a God Unknown (1933). Na obra, de um paganismo ambíguo, o agricultor Joseph Wayne recebe uma benção de seu pai pioneiro, John Wayne, e decide fundar uma nova quinta num vale distante. Aí desenvolve as suas próprias crenças sobre a vida e a morte, sobretudo quando tem de lidar com uma terrível seca que se abate sobre as suas terras.
Em 1935 publicou a obra que lhe garantiria a atenção do público, Tortilla Flat, um cândido retrato das gentes de raiz mexicana nos Estados Unidos da América, e cuja alegoria à constituição da Távola Redonda do Rei Artur não chegaria a ser apercebida pela crítica. A popularidade do romance permitiu finalmente a John Steinbeck consagrar-se em exclusivo à atividade da escrita.
Seguiu-se-lhe In Dubious Battle (1936), em que Steinbeck recria a revolta de novecentos trabalhadores rurais migratórios. Liderado por Jim Nolan, o movimento é suprimido, e Jim encontra a morte. Uma das personagens, o observador imparcial Doc Burton, é grandemente inspirado no amigo de Steinbeck, Edward Ricketts, que viria também a servir de modelo em algumas das suas obras posteriores mais conhecidas.
Em 1937 seria a vez de Of Mice and Men, o primeiro grande sucesso do autor, e The Red Pony, adaptado para o cinema em 1949. Obteria o reconhecimento do público em 1939, ao ser galardoado com o Pulitzer e com o National Book Award pela obra The Grapes of Wrath. Fruto de uma viagem pelos acampamentos dos trabalhadores migratórios empreendida durante o ano de 1936, o romance foi atacado pelas autoridades de Oklahoma e descrito como "uma mentira, uma criação negra e infernal de uma mente distorcida e perversa". Aquando da atribuição do Prémio Nobel, em 1962, a Academia Real Sueca considerou a obra como sendo apenas uma crónica épica.
A popularidade da obra assumiu proporções tais que, especialmente após a estreia da versão cinematográfica, em 1940, John Steinbeck optou por se exilar no México, onde filmou o documentário da obra Forgotten Village (1941).
Durante a Segunda Guerra Mundial foi correspondente na Grã-Bretanha e Mediterrâneo para o New York Herald Tribune, e dedicou-se à propaganda, da qual The Moon is Down (1942) é um exemplo. Regressou em 1943 a Nova Iorque, casando, nesse mesmo ano, com a cantora Gwyndolyn Conger, de quem teve dois filhos, acabando contudo por se divorciar em 1949. Tendo publicado Cannery Row em 1945, The Wayward Bus e The Pearl em 1947, e A Russian Journal no ano seguinte, o autor encontrou no consumo excessivo de álcool um lenitivo para a frustração da separação e da vida na cidade, longe das montanhas de Monterrey e dos vales férteis da sua Salinas natal.
Em 1950 contraiu matrimónio com Elaine Scott e dois anos depois apareceria East of Eden, obra que reflete a sua visão da história da formação dos Estados Unidos. Durante grande parte do ano de 1959 Steinbeck refugiou-se numa propriedade rural inglesa estudando a Morte d'Arthur de Malory e, de regresso, publicou o seu último grande romance, The Winter of Our Discontent (1961) e decidiu empreender, com quase sessenta anos de idade, uma viagem de autocaravana ao longo do seu país, acompanhado do seu cão Charley. Publicou portanto, em 1962, Travels With Charley in Search of America. Veio a falecer em Nova Iorque a 20 de dezembro de 1968, vítima de um ataque cardíaco."
John Steinbeck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
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