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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Meu avô, rei de coisa pouca, João Manuel Ribeiro
Meu avô, rei de coisa pouca, João Manuel Ribeiro
O livro
"A obra Meu Avô, Rei de Coisa Pouca, como o título faz prever, centra-se numa figura cujo retrato começa a desenhar-se, directa e indirectamente, logo na abertura da narrativa ou no incipit: «A casa da eira era o palácio do avô. Nela tinha o seu trono, guardava a sua coroa e retinha os seus tesouros. Na verdade, era apenas um espigueiro antigo de granito. Mas não era o palácio que o tornava rei, era a sua condição de senhor de terras e céus, bichos e chuvas, ventos e aragens, romãs e bonecas de trigo. (...) De aspecto, o avô nada tinha de parecido com um rei. Era um homem simples, afeito ao trabalho, que se dividia entre a metalurgia e a agricultura, alto, ombros largos, cara de anjo papudo, com sulcos que o tempo foi esgravatando, mãos enormes, pés firmes.»
Para continuar a ler http://editoratrintaporumalinha.blogspot.pt/2011/02/meu-avo-rei-de-coisa-pouca.html
O Autor
João Manuel Ribeiro nasceu em Oliveira de Azeméis, em 1968. É licenciado em Teologia e Mestre em Teologia Sistemática pela Faculdade de Teologia do Porto, da Universidade Católica Portuguesa, com uma tese sobre “Um Itinerário da Modernidade em Portugal - A Evolução Espiritual de Antero de Quental”. Fez pós-graduação em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Escritor, editor e investigador. Doutor em Ciências da Educação, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, com dissertação sobre A Poesia na Escola – Resposta ao texto poético e organização do ensino. Mestre em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores, pela mesma Faculdade, com dissertação sobre A Poesia no 1.º Ciclo do Ensino Básico – Das Orientações Curriculares às decisões docentes. Master em libros y literatura infantil y juvenil, pela Universitat Autònoma de Barcelona, com monografia sobre A Poesia para a infância e juventude de Vergílio Alberto Vieira: entre tradição e modernidade. Mestre em Teologia, pela Universidade Católica do Porto, com dissertação sobre A evolução espiritual de Antero de Quental – Um itinerário da modernidade em Portugal. Licenciado em Teologia pela mesma Universidade. Formador de professores. Formador de formadores. Formador da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas. Sócio da Associação Portuguesa de Escritores. Sócio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Tem-se dedicado à escrita para crianças, acompanhando tal processo com um trabalho de dinamização da literatura em Escolas Básicas do 1.º Ciclo e colégios. Dinamizou alguns projetos de escrita colaborativa com alunos, resultando desse processo alguns livros, concretamente Raras Aves Raras(2010), Quem do Alto Olhar (2011), Viagem às Viagens (2011). Publicou mais de três de dezenas de títulos de Literatura Infanto-Juvenil, repartidos entre a poesia e a narrativa.
Sendo considerado como «um dos mais promissores autores de poesia para a infância», publicou mais de três de dezenas de títulos de Literatura Infanto-Juvenil, repartidos entre a poesia e a narrativa.
domingo, 4 de maio de 2014
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, Luís Sepúlveda
Laura Angeja nº14 8ºB
Esta é a história de um rapaz, Max, e do seu gato, Mix. Estes dois sempre foram muito amigos. Max foi crescendo até se tornar adulto e comprar o seu apartamento. Vivia lá com o seu inseparável companheiro, Mix. Entrou para a faculdade e andava sempre muito ocupado. Um dia, tocaram à campainha e, como era hábito, Mix correu para a porta mas no caminho estava uma caixa com livros com a qual ele chocou. Os dois correram para a veterinário e os resultados indicaram o pior, Mix estava cego. Quando Max estava fora de casa, Mix ouviu um barulho, depressa percebeu que era um rato, apanhou-o e…
Laura Angeja nº14 8ºB
Vamos conhecer Luís Sepúlveda?
"Escritor chileno, Luis Sepúlveda nasceu a 4 de outubro de 1949, em Ovalle, uma pequena aldeia no Norte do país. (...) Luis Sepúlveda começou a escrever quando frequentava o Liceu de Santiago do Chile. (...) Ingressou nas fileiras da Juventude Comunista chilena em 1964, o que não o impediu de continuar a escrever, desta feita poesia e contos de natureza mais séria. Em 1969 publicou Crónicas de Pedro Nadie, compilação de contos que lhe valeu o Prémio Literário da Casa das Américas.
Em 1970 conseguiu um diploma em Encenação Teatral, atividade que começou a exercer, dedicando também parte do seu tempo à política, à direção de uma cooperativa agrícola e à locução de programas de rádio. (...)
Era ainda um estudante quando, nesse mesmo ano, o General Augusto Pinochet chegou ao poder. Aprisionado, foi julgado por um tribunal militar em fevereiro de 1975, e acusado de traição à pátria e conspiração subversiva, entre outros crimes.
Escapando à pena de morte, habitual em casos semelhantes, foi condenado a vinte e oito anos de cadeia. Encarcerado em Temulo, estabelecimento prisional político, conviveu com alguns dos mais de trezentos professores universitários que Pinochet tornou cativos. Em 1977, graças à persistência da Amnistia Internacional, viu a sua pena ser comutada para oito anos de exílio na Suécia.
Em 1989 publicou o seu primeiro romance, Un Viejo Que Leía Novelas De Amor (O Velho Que Lia Romances de Amor),que se revelou um sucesso imediato e internacional, tendo sido traduzido para cerca de trinta e cinco línguas. LuisSepúlveda dedicou a obra a um amigo assassinado pelo regime do ditador chileno.
Autorizado finalmente a regressar ao Chile ao fim de dezasseis anos de exílio, o autor continuou a escrever, publicando obras como Mundo Del Fin Del Mundo (1989, Mundo no Fim do Mundo), Patagonia Express (1995, Patagónia Express), Diario di un Killer Sentimentale (1996, Diário de um Killer Sentimental), Historia de una Gaviota y del Gato que le Enseñóa Volar (1996, História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar), Desencuentros (1997, Encontro de Amor num País em Guerra), Historias Marginales (2000, As Rosas de Atacama), Hot Line (2002), Moleskine: Apuntes e Reflexiones (2004, Uma História Suja) e Los Peores Cuentos de los Hermanos Grim (2005, Os Piores Contos dos Irmãos Grim),tendo este último sido escrito em parceria com Mario Delgado Aparaín. Nas obras que se seguiram O Poder dos Sonhos, em 2006, e Crónicas do Sul, em 2008, o escritor usa o seu país como tema da narrativa. Ainda em 2008 o autor regressa à ficção com A Lâmpada de Aladino,13 contos cujos temas vão desde a Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, até uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, o Santiago do Chile nos anos 60, a recôndita fronteira do Peru, a Colômbia e o Brasil."
Luis Sepúlveda. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-05-04].
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