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quinta-feira, 23 de abril de 2015

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Eu li! | Pedro Alecrim de António Mota



"Pedro Alecrim" é um livro da autoria de António Mota, um escritor conhecido em Portugal.
Pedro é um rapaz simples que divide o dia entre três atividades: a escola, a família e o campo. Tanto ele quanto o seu melhor amigo Nicolau se questionam sobre a utilidade de algumas matérias estudadas na escola como por exemplo: para que serve a matemática? Para que serve o Portufguês? Para que serve o Inglês?...
Mas a morte do paio mudará toda a história.
Uma frase que eu acho interessante e que é última do conto é." Mais tarde, sentámo-nos à varanda e eu aprendi a por as cordas no cavaquinho." Esta frase pode não parecer, mas tem um significado muito forte. Este livro tem uma mensagem, só é preciso decifrá-la!... Eu aconselho a ler este livros e todos da coleção, porque vale a pena. É sem dúvida uma história muito interessante.

Gonçalo Mendes Ferraz | 6.º D, n.º 7

Queres conhecer este escritor que dedica a sua vida à escrita? Então clica na sua imagem!


terça-feira, 3 de junho de 2014

Eu Li! | Afonso e o livro



  Afonso e o livro é um livro que fala de um menino que desde pequeno sabia que gostava muito muito de um livro que nunca chegara a encontrar… Por isso, decidiu criá-lo, depois de passar uma pequena “jornada”; quando finalmente tem possibilidade de lê-lo percebe que o seu maravilhoso livro não era o que ele estava à espera e então decide que, para encontrar o seu querido livro, teria de ler todos os livros de todas as bibliotecas do mundo. 

Este pequeno livro mostra uma pequena moral e mostra nos os processos que são precisos percorrer para fazer um livro. O que me atraiu nele foram as ilustrações de Amélie Bouvier. O autor é Luís Filipe Cristóvão, espero que gostem do livro tanto como eu gostei! 

Eduardo

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com as artes nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

Esta é a história do Afonso, que gostava muito muito de um livro, embora esse livro ainda não existisse. Então, ele vai encontrar um autor, uma ilustradora, um paginador, um digitalizador, um revisor, uma gráfica, para que o seu livro passe a existir. 

Quando finalmente o Afonso vê o seu livro preferido numa livraria, descobre que era um leitor. Um grande leitor, como depois se verá!



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Eu li! | India Desjardins

O Diário de Aurora – Extraterrestre… ou Quase, India Desjardins


Este livro é o diário de uma rapariga de 14 anos chamada Aurora. Conta-nos os seus problemas, as suas alegrias,… enfim o seu dia-a-dia. Ela sente-se diferente e até chega a pensar que é uma extraterrestre.

Sílvia Agreira nº22 8ºB

Para espreitar o livro, clica aqui.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Eu li | John Steinbeck

A Pérola, John Steinbeck

É uma história baseada num conto mexicano, acerca de uma família pobre que tem um filho. Infelizmente, este é mordido por um escorpião e, como a família é muito pobre, não tem dinheiro para ir ao médico. O pai era pescador e ao encontrar uma pérola grande e valiosa no mar pensa logo que poderá ser a salvação do seu filho. No entanto, ninguém parece querer a pérola porque acham que é falsa. Entretanto surgem uns ladrões muito interessados nela…

Laura Lopes n.º15 8.ºB

Vamos conhecer John Steinbeck?

"Romancista norte-americano, nasceu em 1902 em Salinas, no estado da Califórnia, filho de um político influente, tesoureiro público de origens germânicas, e de uma professora irlandesa. Tendo terminado os seus estudos secundários na sua terra natal, Steinbeck ingressou na Universidade de Stanford com o estatuto de aluno especial. Aí permaneceu entre 1920 e 1926, estudando Biologia Marinha, ciência que influenciaria grandemente a sua obra e a sua perceção do mundo, sem ter, no entanto, chegado a obter o diploma de curso.
Durante estes anos de vida académica, Steinbeck estreou-se como escritor, contribuindo com alguns dos seus contos e dos seus poemas em publicações universitárias. Prosseguiu para o periódico The American, de Nova Iorque, trabalhando primeiro como assalariado até chegar ao posto de repórter, acabando depois por regressar à Califórnia.
Empenhado no esforço da escrita, John Steinbeck optou, em busca de experiência, por levar uma vida de deambulação, sujeitando-se sem pejo aos trabalhos braçais e sazonais mais variados. Assim, para além de ter sido farmacêutico, foi também servente na construção civil, aprendiz de pintor, jornaleiro, caseiro e vigilante. Enquanto tomava conta de uma propriedade em High Sierra, isolada do mundo pela neve durante oito meses por ano, Steinbeck encontrou o tempo e a disposição para escrever o seu primeiro livro, Cup of Gold (1929) que, como os dois romances seguintes, The Pastures of Heaven (1932) e To a God Unknown (1933), passaria despercebido. 
No início da década de 1930, Steinbeck havia travado conhecimento com o biólogo marinho Edward Ricketts e, desse encontro, nasceu não só uma grande amizade, como um novo horizonte para o escritor. Ricketts propagava a ideia de que todos os seres vivos agem em interdependência. Steinbeck tomaria então contacto com a obra do mitólogo Joseph Campell, que combinava este pensamento com conceitos do psicólogo Carl Jung e, utilizando os seus arquétipos, fez nascer To a God Unknown (1933). Na obra, de um paganismo ambíguo, o agricultor Joseph Wayne recebe uma benção de seu pai pioneiro, John Wayne, e decide fundar uma nova quinta num vale distante. Aí desenvolve as suas próprias crenças sobre a vida e a morte, sobretudo quando tem de lidar com uma terrível seca que se abate sobre as suas terras.
Em 1935 publicou a obra que lhe garantiria a atenção do público, Tortilla Flat, um cândido retrato das gentes de raiz mexicana nos Estados Unidos da América, e cuja alegoria à constituição da Távola Redonda do Rei Artur não chegaria a ser apercebida pela crítica. A popularidade do romance permitiu finalmente a John Steinbeck consagrar-se em exclusivo à atividade da escrita.
Seguiu-se-lhe In Dubious Battle (1936), em que Steinbeck recria a revolta de novecentos trabalhadores rurais migratórios. Liderado por Jim Nolan, o movimento é suprimido, e Jim encontra a morte. Uma das personagens, o observador imparcial Doc Burton, é grandemente inspirado no amigo de Steinbeck, Edward Ricketts, que viria também a servir de modelo em algumas das suas obras posteriores mais conhecidas.
Em 1937 seria a vez de Of Mice and Men, o primeiro grande sucesso do autor, e The Red Pony, adaptado para o cinema em 1949. Obteria o reconhecimento do público em 1939, ao ser galardoado com o Pulitzer e com o National Book Award pela obra The Grapes of Wrath. Fruto de uma viagem pelos acampamentos dos trabalhadores migratórios empreendida durante o ano de 1936, o romance foi atacado pelas autoridades de Oklahoma e descrito como "uma mentira, uma criação negra e infernal de uma mente distorcida e perversa". Aquando da atribuição do Prémio Nobel, em 1962, a Academia Real Sueca considerou a obra como sendo apenas uma crónica épica.
A popularidade da obra assumiu proporções tais que, especialmente após a estreia da versão cinematográfica, em 1940, John Steinbeck optou por se exilar no México, onde filmou o documentário da obra Forgotten Village (1941).
Durante a Segunda Guerra Mundial foi correspondente na Grã-Bretanha e Mediterrâneo para o New York Herald Tribune, e dedicou-se à propaganda, da qual The Moon is Down (1942) é um exemplo. Regressou em 1943 a Nova Iorque, casando, nesse mesmo ano, com a cantora Gwyndolyn Conger, de quem teve dois filhos, acabando contudo por se divorciar em 1949. Tendo publicado Cannery Row em 1945, The Wayward Bus e The Pearl em 1947, e A Russian Journal no ano seguinte, o autor encontrou no consumo excessivo de álcool um lenitivo para a frustração da separação e da vida na cidade, longe das montanhas de Monterrey e dos vales férteis da sua Salinas natal.
Em 1950 contraiu matrimónio com Elaine Scott e dois anos depois apareceria East of Eden, obra que reflete a sua visão da história da formação dos Estados Unidos. Durante grande parte do ano de 1959 Steinbeck refugiou-se numa propriedade rural inglesa estudando a Morte d'Arthur de Malory e, de regresso, publicou o seu último grande romance, The Winter of Our Discontent (1961) e decidiu empreender, com quase sessenta anos de idade, uma viagem de autocaravana ao longo do seu país, acompanhado do seu cão Charley. Publicou portanto, em 1962, Travels With Charley in Search of America. Veio a falecer em Nova Iorque a 20 de dezembro de 1968, vítima de um ataque cardíaco."

John Steinbeck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Eu li! | O rapaz e o robô

Olá, chamo-me Alexandra e venho apresentar um dos livros do PNL. 

Este conto foi escrito por Luísa Ducla Soares e chama-se
 "O rapaz e o robô".
Este é um livro de aventuras que nos fala de um rapaz que arranjou um robô que o substituísse nas situações mais desagradáveis, nomeadamente nas provas de Matemática.
As personagens são: o rapaz, o robô, a mãe, o pai do rapaz, Dr. Inventino, o cão e a D. Leopoldina.
A personagem que mais me agradou foi o robô, porque era simpático, paciente, educado, tinha excelente notas, ajudava o pai do rapaz e obedecia a todas as ordens. Na mina opinião, penso que deveriam lê-lo, pois a história é muito interessante.

Alexandra Margarida Cardoso Marques
6.º D, 19


Ontem, a nossa escritora escreveu no seu Facebook acerca da importância da saudação que pode iluminar-nos um dia nublado e aquecer-nos o coração.
Vamos lê-la?

O Sol nasce, tantas vezes encoberto por nuvens , e quem nos deseja um bom dia ? Uma boa tarde, uma boa noite ? Muitas vezes, só o computador que está programado para a saudação: Wellcome. E eu fico-lhe grata porque alguém que programou um robô sabia que uma palavra amiga vale tanto como uma estrela e, em certos momentos, nos pode salvar. Bom dia, computador, e obrigada !  Bom dia a todos os que abrirem este facebook e aos que não o abrirem . Que este dia seja feliz para vocês e lembrem-se também que, em casa, no emprego, num consultório, na rua há pessoas à espera do vosso sorriso, do vosso BOM DIA.

Vamos conhecer Luísa Ducla Soares? 



Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa, a 20 de julho de 1939. É uma escritora essencialmente dedicada à literatura infanto-juvenil, com mais de 100 obras publicadas.
Nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica. Iniciou a sua actividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido directora da revista de divulgação cultural "Vida" (1971/72). Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, "Contrato", em 1970. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976/78). Trabalhou desde 1979 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua actividade realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em Portugal. Aí organizou numerosas exposições, tendo sido assessora desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica até Julho de 2009.
Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e jovens, publicou já 100 obras. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Tem escrito guiões televisivos e preparou diversos sites de Internet, nomeadamente os da Presidência da República durante o mandato de Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da Educação e Fundação Gulbenkian diversas publicações selectivas da literatura infantil nacional e internacional. Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Intitula-se 25 por ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da Revolução de 25 de Abril. Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos. 

Recusou, por motivos políticos, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho l que o SNI pretendeu atribuir-lhe pelo livro " História da Papoila " em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-85 por " 6 Histórias de Encantar" e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Em 2004 foi seleccionada como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen.

in https://www.facebook.com/pages/Lu%C3%ADsa-Ducla-Soares/167403031176?id=167403031176&sk=info

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Eu li! | Lido e relido

Lido e relido
Lá em casa há muitos livros de todos os tipos: grossos, finos, com muitas ilustrações, com poucas ilustrações...
Costumo ler livros de manhã e à noite, antes de adormecer.
Comecei por ler livros sobre animais pelos três anos. Mais tarde, aos cinco ou seis anos, li o meu primeiro livro de terror chamado "Uma aventura peluda". Os livros de terror são os meus favoritos. às vezes, fico tão agarrado ao livro que o leio todo numa noite!
Também gosto daqueles livros em que se escolhe o que a personagem vai fazer. Por exemplo:
"Se achas que deves carregar no botão, passa para a página 91. Ou se achas que deves descer as escadas e ver o que está no baú, salta para a página 124", sabem?
Incontornáveis para crianças da minha idade são os livros da coleção "Uma Aventura".
"Terrorlândia #7: os meus amigos chama-me monstro" foi um livro com que me cruzei aos nove anos.
O livro que gostaria de ler a seguir chama-se "A verruga que devorou toda a gente".

Gabriel Trindade, 6.ºA

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eu li! | Susanna Tamaro

Tobias e o Anjo, Susanna Tamaro

É uma história triste, que nos transporta para a vida real de uma criança que foi abandonada pelos pais. Tendo amigos (como o castanheiro-da-Índia) seguiu o conselho deles e foi à procura do destino.

Sara Seabra n.º19 7.º B

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Eu li! | Teolinda Gersão

A Mulher que Prendeu a Chuva, Teolinda Gersão

Em A Mulher que Prendeu a Chuva, encontramos uma série de contos que versam sobre o quotidiano, realidades bem próximas de todos nós. De destacar o papel da mulher na sociedade e a condição humana. Uma escrita cuja simplicidade nos faz parecer – mas, apenas parecer – que é muito fácil escrever histórias. Mas, sobretudo, uma simplicidade que permite que leitores menos competentes possam ler bons autores sem o receio de os não compreenderem.

Professora Ana Paula Campos

Teolinda Gersão nasceu em Coimbra, estudou Germanística, Romanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e depois de provas académicas professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.
Além da permanência de três anos na Alemanha viveu dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras.
Autora sobretudo de romances, publicou até agora duas novelas (Os Teclados e Os Anjos) e duas colectâneas de contos (Histórias de Ver e Andar e A Mulher que prendeu a Chuva).Três dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia: Os Teclados por Jorge Listopad no Centro Cultural da Belém, 2001; Os Anjos por por João Brites e o grupo O Bando, 2003; A Casa da Cabeça de Cavalo ganhou o Grande Prémio do Festival Internacional de Teatro de Bucareste, Roménia, em 2005, com encenação de Eusebiu Stefanescu. Encenada também na Alemanha por Beatriz de Medeiros Silva e o grupo Os Quasilusos, em 2005.Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004.
In http://teolindagersao.com/

sexta-feira, 28 de março de 2014

Eu li! | ”Uma aventura perigosa”

“Uma Aventura Perigosa”
O livro que li fala de cinco jovens que um dia conheceram um rapaz da família de uns cientistas, chamado Crípton. Eles tornaram-se muito amigos e um dia ele apresentou-lhes uma fábrica.
Nessa fábrica começaram a desaparecer coisas e, como sempre, o grupo quis investigar. À noite, quando só estava o Crípton e o Chico na fábrica, deram uma pancada ao Chico e, quando ele acordou, já não estava lá o Crípton. Ele chamou o grupo e o Hélio – o irmão do Crípton. Depois, descobriram uma pista que os levou à Serra da Arrábida, onde a família do Crípton tinha uma casa.
Lá, viram Áragon – outro irmão de Crípton.
Encontraram o Crípton e foi assim que descobriram que Áragon queria fabricar um gás capaz de fazer desmaiar as pessoas. Juntamente com os raptores, Áragon pediu desculpa ao grupo, assim acabando a história em bem.
Gostei desta obra, porque esta coleção tem muito “suspense”…o que faz dela uma aventura emocionante com todas as surpresas e ações inesperadas que tem…
André Fontes 8ºA/C – n.º4

Eu li! | Pedro Alecrim

“Pedro Alecrim” é um livro da autoria de António Mota, um escritor conhecido em Portugal.
Pedro é um rapaz simples que divide os dias entre três coisas: a escola, a família e o campo. Tanto ele como o seu melhor amigo Nicolau, questionam-se sobre o uso de algumas matérias como por exemplo: Para que serve a matemática? Para que serve o Inglês? Etc…Mas a morte do pai mudará toda a história.
Uma frase que eu acho interessante, que é a última do livro é “ Mais tarde, sentámo-nos à varanda e eu aprendi a pôr as cordas no cavaquinho.” Esta frase pode não parecer, mas tem, um significado muito forte. Este livro tem uma mensagem só é preciso decifrá-la.
Eu aconselho a ler este livro e todos os outros desta  coleção, porque vale a pena. É um livro muito bom, sem dúvida.

                                                     Gonçalo Mendes Ferraz                                                                                                   6.ºD, n.º 7 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Eu li! | Patrícia Melo

O Matador, Patrícia Melo

Gostei muito deste livro escrito por uma jovem escritora brasileira. É muito original, escreve de uma maneira muito interessante e os assuntos são muito motivantes.
É a história de um jovem que é pago para ser assassino a soldo e que vai sofrer de uma imensa dor de dentes. E mais não posso dizer...

Professora Mariza Estêvão

Eu li! | Luís Sepúlveda

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Luís Sepúlveda

Luís Sepúlveda, escritor chileno, conta neste livro a história de Zorbas, um gato que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, Zorbas fica em casa, sozinho, e quando estava a apanhar sol na varanda,caiu-lhe à  frente uma gaivota moribunda. Esta tinha sido apanhada pela maré negra de um derrame petrolífero e tinha-se perdido do seu bando. O seu último destino é a varanda do Zorbas, mas antes de morrer põe um ovo e faz três pedidos ao gato: este não deverá comer o ovo, deverá tomar conta da gaivota, quando esta nascer, e deverá ensiná-la a voar. Zorbas concorda, sem se aperceber da grande responsabilidade que é educar uma pequena ave. E, assim, começa a sua grande aventura para cumprir a sua promessa. 
Este é um livro pequenino, num estilo acessível, que se lê rapidamente. Contém imagens muito interessantes dos animais. 

Professora Helena Pinho

quinta-feira, 20 de março de 2014

Em busca de um livro misterioso| 1.º take

http://www.powtoon.com/p/fWS5a9osrla/

Eu li! | George Orwell e Bill Bryson

1984, de George Orwell
Li o 1984 porque houve um colega de escola que, na aula, falou do livro e eu soube logo que tinha que o ler. É um livro de ficção científica sobre a vida de um cidadão num estado totalitário, controlador e anulador da individualidade. Contém outras ideias que me fascinaram e fizeram refletir: a paranóia criada pelo “Big Brother”, que consegue ver e ouvir tudo, em todo o lado; a manipulação dos meios de comunicação, da memória histórica e da própria linguagem pelo estado; a oposição entre a liberdade individual e o conformismo com a maioria ou com o poder. É um livro que nos faz pensar e nos ajuda a perceber como funciona a nossa própria sociedade.
Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson
Bill Bryson é um escritor fascinante que consegue escrever de maneira interessante sobre qualquer assunto. Este livro é um mergulho na ciência, desde a origem do universo até aos nossos dias, em linguagem acessível e bem humorada. O autor leva-nos como companheiros na sua viagem de descoberta dos mais diversos campos, associando conhecimento a divertimento. Bill Bryson é também conhecido pelos seus livros de viagens. Numa altura em que viajar poderá ser demasiado dispendioso, poderão ser uma solução para viajar sem sair do lugar. 

DL

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Eu li! | A Culpa é das Estrelas

A culpa é das estrelas de John Green, é um livro fabuloso, narrado por uma adolescente de 16 anos - Hazel com uma doença terminal que conhece um rapaz chamado August Waters no Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro.
Apesar de ser uma história triste e forte, é também repleto de humor. A maneira como o escritor descreve e fala das personagens faz-nos acreditar que as personagens são mesmo reais.
Este livro tem o tema do valor da juventude e do valor da vida, e é uma história de amor, mas é, definitivamente, mais do que isso e sublinha o quanto a vida é curta e como deve ser vivida com alegria. Para ler na nossa BE.


Inês Fareleiro 8.ºB, 11